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codigoFiccao[0] = "000"
paginasFiccao[0] = "248 páginas"
livroFiccao[0] = "Paraisópolis: caminhos de vida e morte"
autorFiccao[0] = "José Marques Sarmento"
deFiccao[0] = "De"
preco1Ficcao[0] = " R$ 18,00<br>"
porFiccao[0] = "por "
preco2Ficcao[0] = "R$ 12,00"
destaqueFiccao[0] = "Ambientado em Paraisópolis, este romance é muito mais que uma ficção, é um amplo e bem documentado panorama de uma das maiores comunidades de São Paulo."
olhoFiccao[0] = "Mulher grávida e amante são flagrados e mortos pelo marido. Uma cena corriqueira, mas de desdobramentos imprevisíveis, que vão tornar a vida de Jorjão da Silva uma aventura de vida e morte. Ambientado em Paraisópolis, este romance é muito mais que uma ficção, é um amplo e bem documentado panorama de uma das maiores comunidades de São Paulo. Como escreve José Roberto Torero, 'um choque de verdade, uma nova voltagem, uma nova luz'."
sinopseFiccao[0] = "O romance de José Marques Sarmento, ou simplesmente Zito, como é conhecido em seu trabalho como eletricista de cinema, mostra uma realidade brasileira cada vez mais aparente: a dos excluídos. Como afirma Torero, na Apresentação da obra, 'Escritores-eletricistas como Zito podem trazer um novo ponto de vista para a literatura nacional. Estes escritores podem nos dar um choque de verdade, uma nova voltagem, uma nova luz.'<p>A narrativa começa quando uma mulher grávida e seu amante são flagrados e mortos pelo marido. Uma cena corriqueira, mas de desdobramentos imprevisíveis, que vão tornar a vida de Jorjão da Silva uma aventura de vida e morte. Ambientada em Paraisópolis, a história é muito mais que uma ficção, é um amplo e bem documentado panorama de uma das maiores comunidades de São Paulo. O autor mistura suspense, violência e sexo à realidade dos moradores de Paraisópolis, em que o cotidiano de sonhos e tragédias é dissecado de forma contundente, pelo ponto de vista de quem de fato vive os problemas que relata."
trechoFiccao[0] = "Eu vi, eu matei, eu esfaqueei! Com as faces amedrontadas, experimentando horrores à presença dos cadáveres mudando sempre de lugar e, às vezes, desaparecendo, se deixa entregar à labuta de cavar a sepultura para enterrar os mortos pendurados à parede, com os braços erguidos e amarrados, de pescoços derreados para um dos lados. Os dois corpos parecem mais um, não fora as duas cabeças pendidas para lados opostos. Visão de horror! Bom seria para os jornais sensacionalistas, as emissoras de televisão e toda a mídia. Estampado estaria em cores berrantes e letras graúdas na primeira página convidando os transeuntes a se deliciarem. Em letras grandes e coloridas o texto: Mulher grávida e amante são flagrados e mortos pelo marido.<p>A derradeira de uma série de picaretadas no piso colorido de cimento vermelhão faz com que a ferramenta voe, partindo-se o cabo bem no pé, indo entrar entre as duas cabeças a azougada picareta. Ao voar, encontrara seu lugar de descanso, ficando cravada na emenda entre duas folhas de tábuas. Rápido chega até a ferramenta e a retira, se assustando com os olhares fulminantes dos mortos. Trazendo-a para si, quase cai para trás com o susto tomado. Sentando-se à cama ainda não refeito do susto, pega a faca e começa a desbastar o cabo da ferramenta, para novamente fazê-lo voltar a seu lugar de origem. Arrancando pequenas lascas da madeira, viaja mais uma vez à sua criancice e juventude, quando ouvia, do dizer dos mais velhos, as suas estórias, informando-o de que nascera sob um pé de juazeiro, próximo a uma grande pedreira, cujas pedras foram dinamitadas e despedaçadas para servir à construção de uma grande barragem. Estes pormenores dos pensamentos, indà terra onde nascera, o acompanham para onde vai desde que e vira afastado dos seus familiares. Dos bons e maus momentos vividos ao lado da família que lhe dera origem é um dependente assíduo. Dos avós aos tios, todos, e os amigos, faz somatórias apocalípticas na memória. Atrelado às coisas de um passado não muito distante, este está sempre lhe cobrando sem lhe deixar dividendos para usufruí-los no futuro. Pensa nesse passado simplesmente pelo fato de ter nascido um eterno saudosista. Após o término da obra do açude, o pai construíra sua casinha de taipa ao pé da alta pedreira que o impelia medos tenebrosos ao cantar das aves de rapina à boquinha da noite, quando voltavam para os ninhos após as caçadas pelos matagais. Acende um cigarro curtindo-o pacas, solta a fumaça em baforadas, que sai rodopiando, fazendo um círculo no ar, sendo levada embora, se dissipando, indo de encontro à lâmpada do teto, que ajuda a iluminar de amarelo opaco o ambiente sórdido, de certa forma estilizado por cores fortes. Uma golada da branquinha para lhe por coragem a prosseguir perseguindo objetivos começados que, por enquanto, foram em vão. Lentamente a faca retorna a desbastar o cabo da ferramenta, sendo que, de instante em instante, experimenta se o objeto de manuseio cede ao espaço a ser preenchido. Cedeu, bateu ao chão, apertou-o com a cunha de madeira, bate novamente ao chão para arrochá-la mais ainda. Está pronta, firme para encarar novamente o piçarrento chão."
formatoFiccao[0] = " - 14x21cm"
isbnFiccao[0] = " - ISBN 85-88840-11-1"

codigoFiccao[1] = "001"
paginasFiccao[1] = "104 páginas"
livroFiccao[1] = "O Dia em que Conheci Jim Morrison"
autorFiccao[1] = "Rogério de Almeida"
deFiccao[1] = "De"
preco1Ficcao[1] = " R$ 20,00<br>"
porFiccao[1] = "por "
preco2Ficcao[1] = " R$ 15,00"
destaqueFiccao[1] = "em breve"
olhoFiccao[1] = "Um escritor em crise e uma lenda do rock. Do encontro dos dois nasce uma história psicodélica e fascinante, que envolve a vida profissional do escritor, permeada de bebedeiras, amantes e sonhos, e a trajetória de Jim Morrison, que rememora sua vida e reatualiza as eternas figuras do xamã e de Dioniso. Com um estilo inovador, que incorpora à obra textos de outros autores, o narrador joga com o sonho e o pesadelo, o inconsciente e a realidade, fundindo o pop e o poético, por meio de uma lírica furiosa e arrebatadora."
sinopseFiccao[1] = "O Dia em que Conheci Jim Morrison, de Rogério de Almeida, revisita a vida da figura lendária do rock, numa narrativa dinâmica e intrigante, que mescla a história de um editor em crise e sua viagem psicodélica pelo reino da imaginação, onde encontra Morrison e vê toda sua vida mudar.<p>Nesta obra inovadora, o autor joga com o sonho e o pesadelo, o inconsciente e a realidade, fundindo o pop e o poético, por meio de uma lírica furiosa e arrebatadora. Entre uma e outra boa dose de cerveja, temperada com um psicodelismo discreto, esta história penetra nossa percepção estimulando o encontro com quem não somos, mas desejamos, quando distantes de nossa racionalidade.<p>Este livro nos propõe uma libertação, não apenas fuga cotidiana, mas encontro com o ato de criar. Uma obra original em um mundo recheado de cópias.<p>Rogério de Almeida é escritor, poeta, autor de Almenara (esgotado) e Alucinação (3ª edição)."
trechoFiccao[1] = "em breve"
formatoFiccao[1] = " - 13x18cm"
isbnFiccao[1] = " - ISBN 85-88840-28-6"

codigoFiccao[2] = "002"
paginasFiccao[2] = "256 páginas"
livroFiccao[2] = "As Vítimas-Algozes: quadros da escravidão"
autorFiccao[2] = "Joaquim Manuel de Macedo"
deFiccao[2] = "De"
preco1Ficcao[2] = " R$ 26,50<br>"
porFiccao[2] = "por "
preco2Ficcao[2] = " R$ 19,00"
destaqueFiccao[2] = "em breve"
olhoFiccao[2] = "Um clássico do autor de “A Moreninha”, Joaquim Manuel de Macedo, nesta importante obra, surpreende ao mostrar outro aspecto de sua produção, e ao defender já em 1869 a abolição da escravatura. Nos mostra em deliciosos contos, e dentro da mentalidade da época, os problemas criados pela escravidão. Esta quarta edição vem preencher uma constante lacuna sobre uma das maiores obras da literatura brasileira."
sinopseFiccao[2] = "em breve"
trechoFiccao[2] = "<h1>I</h1><p>Era o dia feliz que marcava o d&eacute;cimo primeiro anivers&aacute;rio natal&iacute;cio de C&acirc;ndida. A espa&ccedil;osa e bela casa de campo de Flor&ecirc;ncio da Silva estava vestida de gala, e resplendendo alegria. A cada momento chegavam carros, conduzindo fam&iacute;lias, graciosas amazonas e elegantes cavaleiros, que vinham aplaudir a festa da ditosa menina.<br>Tanto ardor festival indicava claramente a import&acirc;ncia e o mereci&shy;mento do pai de C&acirc;ndida.<br>Flor&ecirc;ncio da Silva era um honrado, inteligente e rico negociante da pequena cidade de..., da prov&iacute;ncia do Rio de Janeiro, e tamb&eacute;m um pouco agricultor por distra&ccedil;&atilde;o e gosto, possuindo a meia l&eacute;gua da cidade, onde comerciava, uma ch&aacute;cara esmeradamente tratada; comprara nas vizinhan&ccedil;as dela extensa situa&ccedil;&atilde;o, e a&iacute;, desde o princ&iacute;pio da guerra civil dos Estados Unidos da Am&eacute;rica do Norte, explorava com o maior proveito a cultura do algod&atilde;o.<br>Bom, af&aacute;vel e generoso, repartindo as sobras da riqueza que acumula&shy;va com os pobres que n&atilde;o eram vadios, e entretendo numerosas rela&ccedil;&otilde;es no seu e nos vizinhos munic&iacute;pios, Flor&ecirc;ncio da Silva era ainda por isso mesmo poderosa e leg&iacute;tima influ&ecirc;ncia eleitoral e pol&iacute;tica na sua comarca; e intimamente ligado como se achava por la&ccedil;os de estreita amizade e de partido com Pl&aacute;cido Rodrigues, o mais opulento fazendeiro e capitalista do lugar, n&atilde;o haveria triunfo poss&iacute;vel contra eles em lides eleitorais, se no Brasil n&atilde;o houvesse o poder m&aacute;gico e desp&oacute;tico da pol&iacute;cia que faz da voz do povo eco obrigado e m&iacute;sero da ordem ditada e pelo governoaos falsos, ou falsificados com&iacute;cios da na&ccedil;&atilde;o.<br>Flor&ecirc;ncio da Silva n&atilde;o sabia como agradecer a Deus a sua felicidade: estimado geralmente, gozando de considera&ccedil;&atilde;o igual ao seu cr&eacute;dito, justo tributo pago &agrave;s suas virtudes, tinha no lar dom&eacute;stico, em Leon&iacute;dia, o tesou&shy;ro de uma esposa modelo; e dous filhos, a quem idolatrava, Liberato, o mais velho, que fazia na Corte os seus estudos de preparat&oacute;rios, e C&acirc;ndi&shy;da, que completava ent&atilde;o onze anos de idade, sem falar em Frederico, filho de Pl&aacute;cido Rodrigues, que fora criado aos peitos de Leon&iacute;dia, e que tamb&eacute;m pertencia ao seu cora&ccedil;&atilde;o.<br>Ele tinha a fam&iacute;lia habitando ordinariamente na ch&aacute;cara, o seu para&iacute;so, enriquecida de jardins, de prodigiosa variedade de &aacute;rvores frut&iacute;feras e de ornamento, de lagos e fontes, de arroio natural correndo sobre leito de pedras, de verdura e relva, e melhor que tudo isso, do amor aben&ccedil;oado e suav&iacute;ssimo da esposa e dos filhos.<br>Era nessa ch&aacute;cara que ele estava festejando os anos da sua querida C&acirc;ndida.<br>A menina, enlevo e estremecido cuidado de seus pais, mostrava-se naquela idade em que a inf&acirc;ncia ainda ri, e a puberdade em longes promessas se anuncia aos olhos maternais que observam, nesse est&aacute;dio da vi&shy;da, per&iacute;odo de insens&iacute;vel mas progressiva metamorfose, em que duas idades se misturam e se combatem, uma para morrer entre flores, risos e sonhos de anjo, outra para nascer entre um espanto, cem enleios, mil d&uacute;vidas, e no labirinto da inoc&ecirc;ncia que se confunde, e do cora&ccedil;&atilde;o que anseia uma e outro em santa perplexidade, a menina se mostrava, dizemos, mimosa e linda criatura, que se fazia amar com a pureza dos amores do c&eacute;u.<br>C&acirc;ndida era loura: seus finos cabelos ca&iacute;am em an&eacute;is; tinha os olhos azuis e belos e o olhar de suavidade cativadora; o rosto oval da cor da magn&oacute;lia com duas rosas a insinuarem-se nas faces, um c&eacute;u alvo com duas auroras a romper; a boca, ninho de mil gra&ccedil;as, era pequena, os l&aacute;bios quase imperceptivelmente arqueados, lind&iacute;ssimos, os dentes iguais, de justa propor&ccedil;&atilde;o e de esmalte pur&iacute;ssimo, o pesco&ccedil;o e o corpo com a gentileza pr&oacute;pria da sua idade, as m&atilde;os e os p&eacute;s de perfei&ccedil;&atilde;o e delicadeza maravilhosas.<br>Fazia pena e medo pensar que a pr&oacute;xima metamorfose podia alterar, como acontece muitas vezes, aquela harmonia feliz de encantos e de beleza.<br>Flor&ecirc;ncio da Silva educava e instru&iacute;a sua filha ao lado e sob a vigil&acirc;ncia de Leon&iacute;dia, que velava por ela com olhos e cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e extremosa: aos onze anos C&acirc;ndida falava o franc&ecirc;s, conhecia o ingl&ecirc;s, a geografia, a hist&oacute;ria, tocava piano e cantava com sua voz que era j&aacute; naturalmente canto mavioso, voz da inf&acirc;ncia, m&uacute;sica do lar; desenhava, bordava de diversos modos e, ainda mal sabida em tantos dotes, conservava todos os seus mestres, e com eles apurava o estudo do que apenas aprendera os rudimentos.<br>Por&eacute;m o que mais enfeiti&ccedil;adamente radiava em C&acirc;ndida era o brilho, a expans&atilde;o, a seguran&ccedil;a, o abandono, o celeste perfume da inoc&ecirc;ncia, dessa virginal, pur&iacute;ssima, sublime insci&ecirc;ncia do mal, insci&ecirc;ncia que faz da menina um anjo da terra, que arremeda e quase iguala os anjos do c&eacute;u.<br>A casa de campo de Flor&ecirc;ncio da Silva j&aacute; estava cheia de senhoras e ca&shy;valheiros convidados para o banquete da festa de C&acirc;ndida, que se abisma&shy;va com ruidosa alegria infantil em um oceano de flores, de ramalhetes, de bonecas, de &aacute;lbuns, de livros ricamente ilustrados.<br>E todavia, ainda assim C&acirc;ndida n&atilde;o estava plenamente satisfeita; ao contr&aacute;rio, almejante, &aacute;vida, desassossegada, de instante a instante corria &agrave; janela, e estendia os olhos pela rua principal da ch&aacute;cara.<br>Flor&ecirc;ncio e Leon&iacute;dia riam-se, observando a impaci&ecirc;ncia da menina.<br>Por fim ela viu o que esperava, e batendo palmas exclamou:<br>&ndash; A&iacute; vem meu padrinho! &Eacute; meu padrinho!... &Eacute; o seu carro!...<br>Era Pl&aacute;cido Rodrigues que com efeito chegava.<br>Da&iacute; a breves momentos a afilhada correu a atirar-se aos bra&ccedil;os do padrinho que muito amava.<br>Pl&aacute;cido recebeu enternecido os abra&ccedil;os apertados da afilhada, beijou-a na fronte, deu-lhe a m&atilde;o a beijar, e com solenidade deitou-lhe a ben&ccedil;&atilde;o.<br>C&acirc;ndida tinha os olhos &uacute;midos de l&aacute;grimas de alegria.<br>&ndash; E o teu presente de anos? &ndash; perguntou-lhe Pl&aacute;cido.<br>&ndash; Foi o abra&ccedil;o de meu padrinho &ndash; respondeu a menina.<br>&ndash; Esse fui eu que recebi, C&acirc;ndida; agora recebe tu, o que te trago.<br>&ndash; Que &eacute;, meu padrinho?<br>Pl&aacute;cido Rodrigues dirigiu-se imediatamente &agrave; porta, fez um sinal com a m&atilde;o, e logo depois apresentou a C&acirc;ndida uma crioula de idade de doze anos, vestida com apropriado esmero, e cal&ccedil;ada de botinas pretas.<br>&ndash; Trago-te uma escrava quase da tua idade, a quem mandei ensinar de prop&oacute;sito para ser tua mucama.<br>E voltando-se para a crioula, disse-lhe:<br>&ndash; Lucinda, eis a&iacute; tua senhora.<br>E logo, falando &agrave; afilhada, acrescentou:<br>&ndash; Toma conta dela, C&acirc;ndida, e se te desagradar a figura, e n&atilde;o gostares do servi&ccedil;o dessa crioula, h&aacute;s de mo dizer, para que eu a troque por outra.<br>Pl&aacute;cido deixou a afilhada, que ficara em sil&ecirc;ncio olhando para a sua mucama.<br>Em breve Lucinda n&atilde;o p&ocirc;de resistir &agrave; infantil observa&ccedil;&atilde;o da menina, e abaixou os olhos, sorrindo-se com agrado.<br>C&acirc;ndida gostou do rir da crioula e perguntou-lhe com tom senhoril.<br>&ndash; Que sabes tu fazer, Lucinda?<br>&ndash; Engomo, coso, penteio, e sei fazer bonecas.<br>O rosto da menina radiou de j&uacute;bilo.<br>Ela tomou pelo bra&ccedil;o a crioula, e levando-a at&eacute; junto de sua m&atilde;e, disse:<br>&ndash; Meu padrinho me deu esta mucama que sabe pentear e tamb&eacute;m fazer bonecas!...<br>Leon&iacute;dia sorriu-se, e olhou para o compadre, agradecendo-lhe com os olhos o presente que tanto alegrara a filha.<br>C&acirc;ndida foi imediatamente mandar que acomodassem Lucinda, como se tratasse de recolher um tesouro.<br>Que tesouro! Uma escrava mucama de menina que em breve ia ser mo&ccedil;a!</p>"
formatoFiccao[2] = " - 14x21cm"
isbnFiccao[2] = " - ISBN 85-88840-37-5"