var codigoNaoFiccao = new Array() //declarando as arrays
var paginasNaoFiccao = new Array()
var livroNaoFiccao = new Array()
var autorNaoFiccao = new Array()
var deNaoFiccao = new Array()
var preco1NaoFiccao = new Array()
var porNaoFiccao = new Array()
var preco2NaoFiccao = new Array()
var destaqueNaoFiccao = new Array()
var olhoNaoFiccao = new Array()
var sinopseNaoFiccao = new Array()
var trechoNaoFiccao = new Array()
var isbnNaoFiccao = new Array()
var formatoNaoFiccao = new Array()

codigoNaoFiccao[0] = "000"
paginasNaoFiccao[0] = "140 páginas"
livroNaoFiccao[0] = "Utilidades Vernáculas: português instrumental"
autorNaoFiccao[0] = "António Giannella"
deNaoFiccao[0] = ""
preco1NaoFiccao[0] = " R$ 20,00<br>"
porNaoFiccao[0] = ""
preco2NaoFiccao[0] = ""
destaqueNaoFiccao[0] = "em breve"
olhoNaoFiccao[0] = "O livro é uma referência para todos os que se utilizam da língua portuguesa e encontram dificuldades gramaticais. Mais do que um manual, é uma obra de fácil consulta, com exemplos de uso, erros mais freqüentes e exercícios."
sinopseNaoFiccao[0] = "em breve"
trechoNaoFiccao[0] = "em breve"
formatoNaoFiccao[0] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[0] = " - ISBN 85-88840-21-9"

codigoNaoFiccao[1] = "001"
paginasNaoFiccao[1] = "184 páginas"
livroNaoFiccao[1] = "Oriente Médio: a gênese das fronteiras"
autorNaoFiccao[1] = "Edilson Adão C. Silva"
deNaoFiccao[1] = ""
preco1NaoFiccao[1] = " R$ 28,00<br>"
porNaoFiccao[1] = ""
preco2NaoFiccao[1] = ""
destaqueNaoFiccao[1] = "em breve"
olhoNaoFiccao[1] = "Nesta obra capital para a compreensão dos problemas que envolvem o Oriente Médio, o leitor encontrará as causas dos conflitos que transformam a região em um verdadeiro barril de pólvora. Com uma abordagem geográfica e histórica, inédita, o livro detalha os meandros que configuraram as fronteiras, ainda instáveis, desta região que atrai interesses e olhares do mundo todo. Obra imprescindível para quem quer compreender não só a guerra EUA x Iraque ou os conflitos entre israelenses e palestinos, mas também o Oriente Médio como um todo."
sinopseNaoFiccao[1] = "em breve"
trechoNaoFiccao[1] = "As fronteiras iraquianas foram, em parte, privilegiadas pela precoce presença britânica, uma vez que até 1920 estas áreas não constituíam uma unidade. A partir do estabelecimento do mandato em 1920, uniram-se três regiões que, sob Império Otomano, formavam províncias administrativas separadas: Mosul, ao norte; Bagdá, ao centro; e Basra, ao sul, junto à foz do Tigre-Eufrates. Ao sul de Basra, na porta do golfo, em 1932 os britânicos encaminharam o reino de Feisal e o de as-Sabah (Kuwait) a aceitarem as fronteiras impostas, acordo esse estabelecido através de troca de correspondência entre o primeiro-ministro iraquiano e o soberano do Kuwait. Posteriormente, as duas monarquias centraram esforços para constituir uma federação entre Iraque e Kuwait, tal qual havia se verificado mais ao sul entre os sete xecados do golfo, de que resultara a criação da União dos Emirados Árabes. Porém, a Inglaterra interveio nessa pretensa unificação, inviabilizando-a, pois era mais interessante à potência duas monarquias em separado; o velho jargão dividir e reinar. Não obstante todas essas celeumas territoriais, o Iraque, contudo, seria beneficiado ao norte com duas zonas petrolíferas importantes – Mosul e Kirkuk –, mas foi prejudicado ao sul, restando-lhe uma pequeníssima zona litorânea, apesar de ficar com a posse do Chat el arab, vencendo a disputa com a Pérsia.<p>Essas delimitações fronteiriças ganhariam novos complicadores nos anos 1930 e 1940, quando da descoberta de petróleo na região, com toda a reconfiguração geopolítica e econômica que isso acarretaria no século XX. Esse petróleo seria explorado, primeiramente, por empresas britânicas e, posteriormente, por holandesas e norte-americanas.<p>Durante o período em que esteve sob tutela britânica, a convivência entre o Iraque e a Inglaterra não foi harmoniosa. O agora rei Feisal estava cercado de conselheiros e ministros britânicos, cuja ingerência no país era evidente. O regime era um híbrido: o executivo, na figura de Feisal, era iraquiano, mas o legislativo era majoritariamente britânico. Essa situação não satisfazia os nacionalistas, que sonhavam com um Iraque totalmente autônomo e, assim, prosseguiam os distúrbios nacionalistas, mesmo após a coroa ser entregue a Feisal. O rei, por sua vez, simpatizava com o movimento, nada fazendo para dissuadi-lo, fato que irritava a Grã-Bretanha; esta, acusando o rei de condescendente com a “agitação nacionalista”, pressionou-o para que expulsasse do país pessoas ligadas ao respectivo movimento.<p>Após a expulsão de alguns nacionalistas, iniciou-se um período de intensas negociações políticas entre os governos britânico e iraquiano. O resultado foi a admissão do Iraque na Liga das Nações, em 1930, em troca de concessões à Inglaterra de alguns domínios territoriais e exploração do petróleo em Mosul, além de igual concessão de livre trânsito britânico, em território iraquiano, emcaso de guerra.<p>Encerrados os acordos, acelerou-se a transferência da administração britânica no governo Feisal, que em 1932 declarava o fim do mandato britânico no Iraque e a proclamação da independência.<p>Feisal morreu um ano após a independência e seu filho, Ghazi, assumiu o trono em 1933. Durante seu governo (1933-1939), Ghazi aproximou-se sobremaneira dos militares, cuja influência foi gradativamente aumentando no governo, até então de forte característica parlamentar. Data desse período o violento massacre de um movimento emancipacionista curdo no norte do país, episódio conhecido como “o massacre curdo”. Quando Ghazi morreu em um acidente, e não tendo então o príncipe herdeiro idade para assumir o trono, seu tio Abdhula, irmão de Ghazi, foi proclamado regente do Iraque até o pequeno Feisal, filho de Ghazi, ter idade suficiente para governar o país. Nesse ano, no entanto, a região seria arrastada para novo conflito de proporções mundiais: a Segunda Guerra. A Inglaterra então voltaria a ocupar o território iraquiano – como rezava o acordo de 1930 –, utilizando-o como base. Após a guerra, novas turbulências políticas abalariam o país e, em 1958, um golpe militar liderado pelo general Abdul Karim Kassem derrubou a monarquia e instaurou a república; o príncipe e o regente foram executados. Encerrava-se, ao menos no Iraque, a dinastia Hashemita.<p>A partir de então, uma sucessão de golpes marcaria o país e, em 1968, igualmente através de golpe, o Partido Baath derrubaria a ditadura de Kassem e alcançaria o poder, abrindo uma hegemonia que perdura até os dias atuais. Porém, devemos ressaltar que, mesmo no âmbito interno do Partido Baath, a ação golpista foi a via mais comum de se chegar ao poder."
formatoNaoFiccao[1] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[1] = " - ISBN 85-88840-10-3"

codigoNaoFiccao[2] = "002"
paginasNaoFiccao[2] = "160 páginas"
livroNaoFiccao[2] = "O Velho e o Aprendiz: o imaginário em experiências com o AT-9"
autorNaoFiccao[2] = "Altair Macedo Lahud Loureiro (org.)"
deNaoFiccao[2] = "De"
preco1NaoFiccao[2] = " R$ 23,00<br>"
porNaoFiccao[2] = "por"
preco2NaoFiccao[2] = " R$ 18,00"
destaqueNaoFiccao[2] = "em breve"
olhoNaoFiccao[2] = "Esta obra reúne cinco ensaios que refletem os resultados de pesquisas realizadas segundo a antropologia das organizações, com sujeitos em diferentes fases das suas vidas: infância, adolescência, idade adulta e velhice - levantando as imagens representacionais, os universos simbólicos e míticos, na busca pelo conhecimento de seus imaginários. O livro utiliza-se do AT-9 e de histórias de vida para compreender melhor esses universos simbólicos, constituindo-se uma importante referência para os estudos contemporâneos."
sinopseNaoFiccao[2] = "em breve"
trechoNaoFiccao[2] = "em breve"
formatoNaoFiccao[2] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[2] = " - ISBN 85-88840-29-4"

codigoNaoFiccao[3] = "003"
paginasNaoFiccao[3] = "120 páginas"
livroNaoFiccao[3] = "O Sagrado e o Profano em Morte e Vida Severina"
autorNaoFiccao[3] = "Hermide Menquini Braga"
deNaoFiccao[3] = "De"
preco1NaoFiccao[3] = " R$ 15,00<br>"
porNaoFiccao[3] = "por"
preco2NaoFiccao[3] = " R$ 12,00"
destaqueNaoFiccao[3] = "em breve"
olhoNaoFiccao[3] = "É o diálogo entre o profano e o sagrado que Hermide Menquini Braga traça nesta obra que tem o mérito de, sem descuidar dos aspectos sociais e contextuais de Morte e Vida Severina, extrair a potência ambivalente dos símbolos, nos percalços da longa viagem de Severino. Obra que vem arejar e injetar vitalidade à crítica literária."
sinopseNaoFiccao[3] = "em breve"
trechoNaoFiccao[3] = "O que se pode entender da vida é o seu curso, as circunstâncias pelas quais as relações entre os homens se dão. Esta leitura pautada pelos arquétipos partiu de um modelo concebido com referencial antropológico. Tais manifestações, próprias das civilizações primitivas, na maioria orientais, trouxeram o perfil das atitudes naturais do homem ancestral, principalmente os da Índia e do Egito. Entretanto, encontramos também arquétipos originários dos costumes das tribos da Polinésia, Chipre e China, anteriores ao estabelecimento das culturas indianas e egípcias. Condutas sacralizadas expressas em rituais revelam os símbolos inspirados na metafísica. O tempo, como uma esteira, permite o trânsito de cada componente cosmogônico - o milho, a cana, o rio - e o desenvolvimento biopsíquico dos homens, já que somos dotados depercepção. Sendo assim, percebemos também o fenômeno da vida e imaginamos o desfecho pós-morte. Essa imaginação nos eterniza, porque nos remete a outro plano, o sagrado, que os estudos mitológicos apontam como uma fissura na homogeneidade profana.<p>A vida prática está apoiada em realidades profanas, motivo pelo qual os terríveis esquemas sócio-econômicos instalam-se e perduram irracionalmente, convalidados pelas vantagens que sustentam estruturas definitivas, como é o caso do poder. Essa característica do poder cria uma alternativa na homogeneidade profana que norteia os valores morais inspirados pelos mitos. Atitudes estranhas a esses corolários passam a surtir efeito na sociedade, traduzindo-se por conforto e prestígio. Está aí a origem de todas as disputas por domínio.<p>O poder mal exercido desvia o destino antropológico do homem em dois aspectos: tira as possibilidades naturais dos dominados e ao mesmo tempo proporciona as manifestações imorais dos dominantes. Em outras palavras, altera o caminho do homem, que tem sua trajetória impressa nos arquétipos. Como conseqüência disso, o ciclo da vida deforma-se. Essa é a situação representada em Morte e Vida Severina, auto de Natal pernambucano."
formatoNaoFiccao[3] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[3] = " - ISBN 85-88840-05-7"

codigoNaoFiccao[4] = "004"
paginasNaoFiccao[4] = "244 páginas"
livroNaoFiccao[4] = "O Amor pela Arte: os museus de arte na Europa e seu público"
autorNaoFiccao[4] = "Pierre Bourdieu e Alain Darbel"
deNaoFiccao[4] = "De"
preco1NaoFiccao[4] = " R$ 30,00<br>"
porNaoFiccao[4] = "por"
preco2NaoFiccao[4] = " R$ 26,00"
destaqueNaoFiccao[4] = "Obra essencial para todos que querem compreender alguns dos dispositivos que levam à formação do público de museu, à prática de visitação e ao gosto pela arte."
olhoNaoFiccao[4] = "Escrito com Alain Darbel, inaugura um caminho de pesquisa que renovou em profundidade a sociologia da arte e a museologia, a partir de uma pesquisa realizada em vários países da Europa. Obra essencial para a História da Arte, Sociologia, Museologia, Estética e para todos que querem compreender alguns dos dispositivos que levam à formação do público de museu, à prática de visitação e ao gosto e amor pela arte."
sinopseNaoFiccao[4] = "O Amor pela Arte, escrito com Alain Darbel, é uma importante obra que inaugura um caminho de pesquisa que renovou em profundidade a sociologia da arte e a museologia. O Amor pela Arte apóia-se numa pesquisa realizada em vários países da Europa, revelando os modos de fruição e apreciação da obra de arte, de disposição e distinção sociais, conforme seus hábitos culturais. Aponta o perigo de se tomar por realidade as crenças e os discursos dos amantes da arte sem levar em conta a predisposição do público para receber determinada cultura ou suas práticas e condições sociais.<p>Obra essencial para a História da Arte, Sociologia, Museologia, Estética e para todos que querem compreender alguns dos dispositivos que levam à formação do público de museu, à prática de visitação e ao gosto e amor pela arte."
trechoNaoFiccao[4] = "A consciência obscura do arbitrário dos encantamentos assombra a experiência do prazer estético: a história do gosto, individual ou coletivo, basta para desmentir a convicção de que determinados objetos tão complexos quanto as obras de cultura erudita, produzidas segundo leis de construção que foram elaboradas no decorrer de uma história relativamente autônoma, sejam capazes de suscitar, por sua virtude própria, preferências naturais. Somente uma autoridade pedagógica consegue quebrar o círculo da “necessidade cultural” segundo segundo a qual uma disposição duradoura e assídua à prática cultural não pode se constituir senão por uma prática assídua e prolongada: as crianças oriundas de famílias cultas que acompanham os pais nas visitas de museus ou exposições adotam, de alguma forma, essa disposição à prática,depois que tiver passado o tempo necessário para adquirirem, por sua vez, a disposição à tal prática que surgirá de uma prática arbitrária e, antes de tudo, arbitrariamente imposta.De fato, ao designarem e consagrarem certas obras ou determinados lugares (tanto o museu quanto a igreja)De fato, ao designarem e consagrarem certas obras ou determinados lugares (tanto o museu quanto a igreja) como dignos de serem freqüentados, é que as instâncias investidas do poder delegado de impor um arbitrário cultural – ou seja, no caso particular, uma certa delimitação entre o que é digno ou indigno de ser admirado, amado ou reverenciado – podem determinar a freqüência no termo da qual essas obras aparecerão como intrinsecamente ou, ainda melhor, naturalmente dignas de serem admiradas ou saboreadas. Na medida em que ela produz uma cultura (habitus) – que não é senão a interiorização do arbitrário cultural –, a educação familiar ou escolar tem como efeito, pela inculcação do arbitrário, dissimular cada vez mais completamente o arbitrário da inculcação. O mito de um gosto inato, que nada deveria às restrições das aprendizagens nem aos acasos das influências, já que seria dado inteiramente desde o nascimento, não é senão uma das expressões da ilusão recorrente de uma natureza culta que preexistiria à educação – aliás, ilusão necessariamente inscrita na educação como imposição de um arbitrário capaz de impor o esquecimento do arbitrário das significações impostas e da maneira de impô-las."
formatoNaoFiccao[4] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[4] = " - ISBN 85-88840-16-2 / Edusp 85-314-0770-2"

codigoNaoFiccao[5] = "005"
paginasNaoFiccao[5] = "104 páginas"
livroNaoFiccao[5] = "Incesto: um fenômeno arquetípico"
autorNaoFiccao[5] = "Regina Biscaro"
deNaoFiccao[5] = "De"
preco1NaoFiccao[5] = " R$ 18,00<br>"
porNaoFiccao[5] = "por"
preco2NaoFiccao[5] = " R$ 12,00"
destaqueNaoFiccao[5] = "em breve"
olhoNaoFiccao[5] = "É uma leitura inédita, que busca identificar os aspectos criativos e destrutivos do incesto simbólico. Depois de formular conceitualmente o incesto, a autora realiza um passeio afetivo-intelectivo pelas áreas do conhecimento teórico psicanalítico, pela mítica, pela arte, pela literatura e pela magia do cinema; finalmente, busca os conceitos de Jung e de outros autores junguianos. Apesar da complexidade do tema, a autora transita pelos seus desdobramentos com a fluidez de quem escreve com graça e sabedoria, visão e conhecimento simbólico."
sinopseNaoFiccao[5] = "em breve"
trechoNaoFiccao[5] = "O incesto é um tema fascinante e complexo, pertence à história de cada homem, em particular, e da humanidade, como um todo. Em suas diferentes formas, concreta ou simbólica, provoca as reações mais diversas: medo, angústia, atração, curiosidade... Como fenômeno arquetípico, em seus aspectos criativos ou estagnantes, o incesto inscreve-se na psique de cada um de nós.<p>Sempre me incomodou o fato de a psicologia clássica tratar o fenômeno do incesto como algo monstruoso, a priori, e com bastante preconceito. Todos nós vivemos o incesto. A maior parte das pessoas o vive como realidade abstrata do símbolo, e uma parcela o experimenta de forma concreta. Não se trata, obviamente, de uma vivência simples.<p>Diante dessa vivência, surgem algumas questões: O que realmente chamamos de incesto simbólico? Quais aspectos se mostrarão criativos? Quais aspectos fatalmente gerarão monstruosidades? O que configura hybris nessa vivência psíquica? Será nosso Daimon a nos impelir para decifrar enigmas?"
formatoNaoFiccao[5] = " - 13x18cm"
isbnNaoFiccao[5] = " - ISBN 85-88840-12-X"

codigoNaoFiccao[6] = "006"
paginasNaoFiccao[6] = "130 páginas"
livroNaoFiccao[6] = "Imagens de Cuba: a esperança na esquina do mundo"
autorNaoFiccao[6] = "Marcos Ferreira Santos (org.)"
deNaoFiccao[6] = ""
preco1NaoFiccao[6] = " R$ 10,00<br>"
porNaoFiccao[6] = ""
preco2NaoFiccao[6] = ""
destaqueNaoFiccao[6] = "em breve"
olhoNaoFiccao[6] = "É uma coletânea de ensaios escritos por pesquisadores brasileiros e cubanos, retratando a realidade contemporânea de Cuba, com dados e reflexões sobre a situação da saúde, da educação, da cultura e do imaginário, numa abordagem sincera e crítica. O livro contribui para promover a criação de espaços para discussão e divulgação da realidade cubana, através de diferentes olhares, pontos de partida e conclusões. Esta diversidade mantém-se também na mescla das línguas originais, com textos em português e espanhol."
sinopseNaoFiccao[6] = "em breve"
trechoNaoFiccao[6] = "Os textos que aqui publicamos apontam para diferentes olhares sobre a realidade cubana através de diferentes formações, pontos de partida e conclusões. Esta diversidade saudável, nos parece ser, atualmente, também necessária. Precisamente, por isso, também mantivemos os textos em sua língua original ou ainda na mescla das línguas originais.<p>Como temos uma predominância sobre o foco educacional, abrimos com o artigo de Edna Telles sobre as características do Sistema Educacional Cubano e o fascínio que o atingimento de metas tão esperadas por nós, brasileiros, como a erradicação do analfabetismo e a amplitude da cobertura educacional, exercem sobre as nossas análises. Mas, por outro lado, coloca sob suspeita a formação patriótica e de disciplina militar que, por seu turno, educacionalmente, mantém o sistema político: 'as escolas ‘transpiram’ revolução ' com o culto à personalidade mantido pelos quadros, faixas, outdoors e monumentos.<p>Em seguida, temos o artículo do vice-cônsul para assuntos de Educação do Consulado de Cuba no Brasil, Victor Manuel Cortina Bover que nos retrata a tercera revolución educacional em Cuba. Com dados inquestionáveis, o professor Bover traça um perfil da abrangência educacional e dos desdobramentos que a Revolução de 1959 enfrenta no século XXI com programas de ensino a distância, equipamento multimídia e informatização. No mesmo espírito de José Martí na máxima: 'ser culto es el único modo de ser libre ', Bover acentua o papel preponderante que o acesso igualitário, a produção artística e a experiência estética vão desenhando nas políticas públicas cubanas no tocante à educação e, em especial, com atenção ao jovem e sua responsabilidade social, com o novo conceito de 'emprego de estudar '. Reafirma, ao final, a preocupação do governo cubano na formação inicial, formação permanente e formação investigativa de professores e professoras em Cuba.<p>Em outro artículo, nuestro hermano, Doctor José Antonio Morales Martinez, da Facultad de Ciências Médicas Enrique Cabrera do Instituto Superior de Ciências Médicas de La Habana, com quem dividimos charlas sérias e divertidas sobre o imaginário social, nos brinda com um sério e provocador panorama da saúde pública em Cuba. Tendo em vista o Programa de Saúde da Família – implementado gradualmente no Brasil em vários estados – ter como fonte de inspiração o modelo cubano, seu artigo nos esclarece as bases sociais de tal programa. Muito além da formação de um 'médico de família ', cuja clínica geral não se furta ao generalismo inconseqüente e nem na miopia anti-social das especializações acadêmicas, sua atuação social como agente comunitário é que respalda o sistema de saúde. <p>Como bem nos lembra o professor Martinez, 'os cubanos vivem como pobres, mas morrem como ricos ', pois os males associados à miséria foram erradicados. As moléstias que se sobressaem são, precisamente, aquelas relacionadas à vida contemporânea, sedentária e estressante. Curiosamente, também no plano da saúde pública, Cuba se vê diante dos problemas da alta tecnologia para suprir as deficiências na informatização do Sistema. Mas, algo é 'tradicional '... O ser humano está sempre no horizonte dos objetivos a serem alcançados: consolidar as conquistas sociais, desenvolvimento sustentado e modernização do Sistema. Martinez, com sua fina ironia afirma com relação à taxa de mortalidade infantil em Cuba: 'ainda que bloqueados temos, em nossa Capital, melhores indicadores do que os bloqueadores '. E finaliza acentuando o papel internacional que Cuba desempenha em biotecnologia (produção de vacinas) e atuação de corpos médicos cubanos no auxílio a outros países hermanos.<p>A ANA – Associação Nossa América, no artigo seguinte questiona o sentido de Cuba para uma América livre e justa como preconizado nos sonhos libertários e unificadores de Simon Bolívar e José Martí. Sem abandonar a utopia, ressaltam as contradições com o modelo turístico para o 'período especial ' como forma de captação de dólares. Tal introdução gera conflitos internos que tangenciam o núcleo do problema na gestão participativa e democrática e do arrefecimento do modelo estatal centralizador. Assim, apelam para a reinvenção das idéias de transformação social e de revolução, para além das esquerdas burocratizadas.<p>Se, de um lado o centralismo estatal cubano sugere uma maior participação e decisão na gestão pública, de outro apresenta, sintomaticamente, velhos problemas que perpassam as sociedades capitalistas em suas concepções excludentes e de confinamento. Isis Longo, nos apresenta, em seu artigo sobre as Escolas de Conduta em Cuba, exatamente, o centro nevrálgico destas reflexões. Situando, historicamente, as práticas de internação e exclusão, desde a Roda dos Enjeitados até as Febem’s no Brasil, Ísis compara o modelo cubano com a árdua defesa do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente e conclui, de maneira crítica e independente, com a discrepância entre a utopia socialista de seres fraternos e a permanência de instituições autoritárias, como todas as 'Naus dos Loucos ', excluindo os 'diferentes' ainda mais para lá...<p>De um ponto de vista mais antropológico, Carolina Bezerra nos oferta sua visão sobre as culturas latinoamericanas e o sentido de 'Cubanidade', o modo de ser cubano. Articulando sua sensibilidade à inspiração bachelardiana e durandiana, nos fornece uma 'trama' imaginária que, com toda carga subversiva de profundas reflexões, nos mostra como este arcabouço ancestral organiza nossa realidade. Com grande dose poética, amparada nos mestres poetas cubanos, Nicolas Guillén e Silvio Rodriguez, Carolina nos desfia um colar que, muito mais do que adorna, nos identifica e nos afirma como somos. Também bailarina, Carolina, dança no texto como candela que: 'El cuarto de Tula, le pongó candela. Se quedó dormida y... no apagó la vela '.1 <p>Ao contrário de apagar-se, sua chama nos convida, na pena de Guillén, a permear a visão 'con ojos de piedra y água ', a contemplar o que fica e o que se vai. <p>Ao final, temos as memórias do grupo de educadoras, Andréia, Edna, Ísis, Juliana e Marili em sua permanência na Ilha de Fidel. Deliciosas memórias que, com o frescor da juventude das descobertas, mas também com a maturidade de reflexões 'socraticamente' irônicas, vão desenhando ante nossos olhos atentos no texto as imagens de Cuba no seu murmúrio cotidiano. Lições de necessárias transgressões, a jovialidade nos refresca a alma com o fogo curioso do olhar penetrando na sala de estar dos cubanos, dividindo um 'morrito' no bar em que Guevara tomou o seu, acompanhando a marcha contra o bloqueio... palpitando a vida no coração do seu dia-a-dia... iniciação."
formatoNaoFiccao[6] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[6] = " - ISBN 85-88840-09-X"

codigoNaoFiccao[7] = "007"
paginasNaoFiccao[7] = "288 páginas"
livroNaoFiccao[7] = "Etnomatemática: papel, valor e significado"
autorNaoFiccao[7] = "José Pedro Machado Ribeiro, Maria do Carmo Santos Domite e Rogério Ferreira (orgs.)"
deNaoFiccao[7] = ""
preco1NaoFiccao[7] = " R$ 30,00<br>"
porNaoFiccao[7] = ""
preco2NaoFiccao[7] = ""
destaqueNaoFiccao[7] = "em breve"
olhoNaoFiccao[7] = "Compreender os saberes etnomatemáticos a partir de múltiplas perspectivas é um dos objetivos deste livro, que apresenta uma coletânea de estudos desenvolvidos por vários autores. Divido em três seções, construção teórica, minorias/marginalizados e aprendizagem/ensino, o presente livro retrata que o verdadeiro etnomatemático não chega ao outro para doutrina-lo, mas para compartilhar as suas próprias formas de conhecimento."
sinopseNaoFiccao[7] = "em breve"
trechoNaoFiccao[7] = "trecho, em breve"
formatoNaoFiccao[7] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[7] = " - ISBN 85-88840-24-3"

codigoNaoFiccao[8] = "008"
paginasNaoFiccao[8] = "208 páginas"
livroNaoFiccao[8] = "Crepusculário: conferências sobre mitohermenêutica & educação em Euskadi"
autorNaoFiccao[8] = "Marcos Ferreira Santos"
deNaoFiccao[8] = "De"
preco1NaoFiccao[8] = " R$ 25,00<br>"
porNaoFiccao[8] = "por"
preco2NaoFiccao[8] = " R$ 20,00"
destaqueNaoFiccao[8] = "em breve"
olhoNaoFiccao[8] = "Reúne ensaios sobre mitologia e hermenêutica, tratadas por um viés filosófico, na conjunção de diversas áreas do saber, como educação, psicologia, sociologia e artes. O livro foi escrito a partir de conferências realizadas em Euskadi, norte da Espanha e se apresenta como uma alternativa de re-leitura da contemporaneidade, filiando-se à tradição de estudiosos como Mircea Eliade, Gilbert Durand, Ernst Cassirer, entre outros."
sinopseNaoFiccao[8] = "Crepusculário, de Marcos Ferreira Santos, reúne ensaios sobre mitologia e hermenêutica, tratadas por um viés filosófico, na conjunção de diversas áreas do saber, como educação, psicologia, antropologia e artes. O livro foi escrito a partir de conferências realizadas em Euskadi, norte da Espanha.<p>A obra se apresenta como uma alternativa de re-ligação e re-leitura da contemporaneidade, com as contribuições de um estilo hermenêutico que situa a compreensão de si mesmo como ponto de partida, meio e fim de toda jornada interpretativa. A pessoa como ponto de tensão na construção cotidiana de sua humanitas entre as pulsões de sua subjetividade e as intimações e resistências do mundo concreto.<p>Esta obra se filia à tradição de estudiosos como Mircea Eliade, Gilbert Durand, Ernst Cassirer, entre outros."
trechoNaoFiccao[8] = "em breve"
formatoNaoFiccao[8] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[8] = " - ISBN 85-88840-20-0"

codigoNaoFiccao[9] = "009"
paginasNaoFiccao[9] = "128 páginas"
livroNaoFiccao[9] = "Educação e Formação de Professores: reflexões e tendências atuais"
autorNaoFiccao[9] = "Aldo Pontes, Valéria Scomparim de Lima, Daise Costa Anami, José Luiz Marques e Pedro Stávale Júnior"
deNaoFiccao[9] = ""
preco1NaoFiccao[9] = " R$ 18,50<br>"
porNaoFiccao[9] = ""
preco2NaoFiccao[9] = ""
destaqueNaoFiccao[9] = "Os ensaios desta edição propõem uma formação continuada do professor."
olhoNaoFiccao[9] = "Este livro é o resultado de um encontro de pessoas que entendem a educação e a formação de professores por meio de múltiplos enfoques teóricos que, ao mesmo tempo, se convergem, na prática cotidiana, como possibilidades de realização. Os ensaios presentes nesta edição propõem uma formação continuada, permanente, que não despreza mas sim valoriza o conhecimento do professor."
sinopseNaoFiccao[9] = "em breve"
trechoNaoFiccao[9] = "em breve"
formatoNaoFiccao[9] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[9] = " - ISBN 85-88840-31-6"

codigoNaoFiccao[10] = "010"
paginasNaoFiccao[10] = "320 páginas"
livroNaoFiccao[10] = "Heróis Olímpicos Brasileiros"
autorNaoFiccao[10] = "Katia Rubio"
deNaoFiccao[10] = "De"
preco1NaoFiccao[10] = " R$ 25,00<br>"
porNaoFiccao[10] = "por"
preco2NaoFiccao[10] = " R$ 19,00"
destaqueNaoFiccao[10] = "em breve"
olhoNaoFiccao[10] = "Desde que o Brasil iniciou sua trajetória olímpica, em 1920, até os dias atuais, 1888 atletas brasileiros participaram de 18 edições e ganharam 67 medalhas. Este livro é a primeira e mais completa obra sobre a vida de todos os medalhistas brasileiros e suas conquistas nos Jogos Olímpicos."
sinopseNaoFiccao[10] = "Heróis Olímpicos Brasileiros, de Katia Rubio, é um relato inédito da vida de todos os medalhistas brasileiros e suas conquistas nos Jogos Olímpicos. Desde que o Brasil iniciou sua trajetória olímpica, em 1920, até os dias atuais, 1888 atletas brasileiros participaram de 18 edições de Jogos Olímpicos e ganharam 67 medalhas. Este livro é a primeira e mais completa obra sobre essas conquistas, escrita a partir das histórias de vida dos atletas, numa narrativa capaz de emocionar todos aqueles que estudam, conhecem e apreciam o esporte brasileiro.<p>Adhemar Ferreira da Silva, Joaquim Cruz, Ricardo Prado, Aurélio Miguel, Bebeto, Lars Grael, Robson Caetano, Rogério Sampaio, Gustavo Borges, Vicente Lenilson, entre outros, nos contam suas histórias, com todos os sacrifícios e emoções que envolvem a conquista de uma medalha e a subida ao pódio.<p>Este livro é uma forma de manter viva a memória do esporte nacional e incentivar as futuras gerações a prestigiar e participar dessas realizações sempre cercadas de muito trabalho e superação. Está em sua segunda edição."
trechoNaoFiccao[10] = "em breve"
formatoNaoFiccao[10] = " - 16x23cm"
isbnNaoFiccao[10] = " - ISBN 85-88840-27-8"

codigoNaoFiccao[11] = "011"
paginasNaoFiccao[11] = "144 páginas"
livroNaoFiccao[11] = "Sincretismo Religioso & Ritos Sacrificiais: influências das religiões afro no catolicismo popular brasileiro"
autorNaoFiccao[11] = "José Carlos Pereira"
deNaoFiccao[11] = "De"
preco1NaoFiccao[11] = " R$ 23,00<br>"
porNaoFiccao[11] = "por"
preco2NaoFiccao[11] = " R$ 16,00"
destaqueNaoFiccao[11] = ""
olhoNaoFiccao[11] = "Este livro demonstra que em todo sacrifício um objeto passa do domínio comum ao universo religioso de distintas denominações, possibilitando confundir as fronteiras entre ambas. Obra imprescindível para a compreensão das raízes da cultura brasileira."
sinopseNaoFiccao[11] = "O lançamento desta obra era, entre estudiosos, acadêmico e não-acadêmicos, ansiosamente aguardado, pela importância do tema, poucas vezes abordado com tamanha clareza, e pela importância do texto, escrito por um dos maiores especialistas no assunto. José Carlos Pereira é graduado em Filosofia, Bacharel em Teologia, Mestre em Ciências da Religião e doutorando em Ciência Sociais pela Pontifícia Universidade Católica - SP.<p>O professor aborda direta e indiretamente um tema caro às diversas religiões, mas principalmente ao catolicismo popular e às religiões de origem africana. Há importantes práticas de atos sacrificiais que ajudam a apontar algumas influências entre ambas. José Carlos Pereira, com este livro, quer demonstrar que em todo sacrifício, seja ele um ato simbólico ou um ritual mais evidente, um objeto passa do domínio comum ao domínio religioso; portanto, os ritos sacrificiais são atos consagrados em diversas religiões porque saem deste domínio comum e adentram o universo religioso de distintas denominações, possibilitando confundir as fronteiras entre ambas.<p>Este livro já inscreve-se como obra imprescindível para a compreensão das raízes da cultura brasileira."
trechoNaoFiccao[11] = "<p>S&atilde;o in&uacute;meras as defini&ccedil;&otilde;es que se d&aacute; ao termo <em>sincretismo</em>. No &acirc;mbito religioso pode ser definido como a fus&atilde;o de diferentes cultos ou doutrinas religiosas, com reinterpreta&ccedil;&atilde;o de seus elementos, formando quase que uma nova religi&atilde;o, embora se enquadre dentro de uma religi&atilde;o ou <em>seita</em> j&aacute; existente. A presente pesquisa pretende enfocar algumas das in&uacute;meras influ&ecirc;ncias das religi&otilde;es afro-brasileiras, como o candombl&eacute; e a umbanda, no catolicismo popular. Priorizamos as express&otilde;es corporais e os ritos sacrificiais como elementos sincr&eacute;ticos mais evidentes nas devo&ccedil;&otilde;es populares do catolicismo brasileiro. </p><p>Uma das constata&ccedil;&otilde;es do IBGE em rela&ccedil;&atilde;o a este Censo &eacute; que as religi&otilde;es afro-brasileiras, como o candombl&eacute; e a umbanda, perderam adeptos nestes &uacute;ltimos anos. Segundo os dados do Censo 2000, h&aacute; atualmente, segundo declara&ccedil;&otilde;es obtidas, 571,3 mil praticantes destas duas denomina&ccedil;&otilde;es religiosas de origem afro, o que corresponde a 0,3% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira. Em 1991, eles representavam 0,4% da popula&ccedil;&atilde;o, ou seja, houve um decl&iacute;nio de 11, 9% no n&uacute;mero de adeptos em apenas nove anos. De acordo com pesquisadores do IBGE, as causas deste decl&iacute;nio ou retra&ccedil;&atilde;o dos que se declaram membros praticantes das religi&otilde;es afro s&atilde;o os avan&ccedil;os dos pentecostais ou dos movimentos pentecostais cat&oacute;licos, como a Renova&ccedil;&atilde;o Carism&aacute;tica Cat&oacute;lica (RCC) ou ainda o pr&oacute;prio sincretismo religioso. </p><p>Membros ligados a outras religi&otilde;es, ou mesmo ao catolicismo popular, embora pratiquem rituais sincr&eacute;ticos ou freq&uuml;entem terreiros de umbanda ou candombl&eacute;, se declaram cat&oacute;licos aos pesquisadores do Censo. Portanto, o decl&iacute;nio constatado pelos resultados censit&aacute;rios pode apontar n&atilde;o apenas a diminui&ccedil;&atilde;o dos adeptos desta ou daquela denomina&ccedil;&atilde;o religiosa, mas a import&acirc;ncia e o papel do sicretismo no campo religioso, principalmente no cat&oacute;lico, que continua sendo ainda a religi&atilde;o declarada pela maioria do povo brasileiro. Essa declara&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica ao Censo, segundo Reginaldo Prandi, corresponde a uma &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o que o Censo oferece. Na planilha do IBGE n&atilde;o h&aacute; possibilidade de se declarar membro de mais de uma religi&atilde;o. A partir disso, diz Prandi: &ldquo;como apenas uma das religi&otilde;es &eacute; registrada, muitos adeptos dos cultos afro-brasileiros se declaram cat&oacute;licos por circunst&acirc;ncias hist&oacute;ricas&rdquo;. Segundo pesquisadores do Censo, &ldquo;quando analisadas separadamente, nota-se que o encolhimento do n&uacute;mero de adeptos &eacute; grande na umbanda, mas que no candombl&eacute; houve aumento&rdquo;. Os resultados mostram que em 1991 os que se declaravam membros do candombl&eacute; eram cerca de 107 mil e no Censo de 2000 esse n&uacute;mero subiu para 140 mil, ou seja, representa um crescimento de 30,8%. No caso da umbanda houve um decl&iacute;nio significativo. Em 1991 os declarantes correspondiam a 542 mil e no Censo de 2000 o n&uacute;mero dos que se diziam membros oficiais da umbanda caiu para 432 mil, ocorrendo um decr&eacute;scimo de 20,2% dos devotos desta religi&atilde;o afro-brasileira. Se o sincretismo contribui para camuflar esta realidade, tal apontamento indireto do Censo nos instigou a aprofundar esta pesquisa sobre este tema e como ele aparece na religi&atilde;o oficialmente majorit&aacute;ria, o catolicismo.</p><p>O sincretismo &eacute; um tema que tem sido amplamente abordado nos estudos da sociologia da religi&atilde;o. No entanto, ainda d&aacute; margem para diversas an&aacute;lises, continuando como referencial nos estudos da religiosidade brasileira. Para abordar aqui este tema j&aacute; h&aacute; muito utilizado, usamos uma par&aacute;frase do fil&oacute;sofo franc&ecirc;s Gilles Deleuze, que tomou emprestada do meio publicit&aacute;rio, a express&atilde;o <em>faire la diff&eacute;rence</em> e a empregou como modelo conceitual em sua obra <em>Diferen&ccedil;a e Repeti&ccedil;&atilde;o</em>, mostrando que fazer a diferen&ccedil;a nem sempre &eacute; criar algo novo, in&eacute;dito, mas inserir algo novo, de uma forma diferente, em algo j&aacute; conhecido, repetido, ou seja, inserir o novo na repeti&ccedil;&atilde;o. Essa inser&ccedil;&atilde;o deve ser feita de tal modo que, &agrave; medida que se repete, a diferen&ccedil;a vai aparecendo. &Eacute; um pouco isso que temos como pretexto nos textos que aqui seguem: inserir algo novo em temas j&aacute; conhecidos, como o sincretismo religioso na devo&ccedil;&atilde;o popular do catolicismo brasileiro. Tema aparentemente desgastado pelas excessivas abordagens ao longo das &uacute;ltimas cinco d&eacute;cadas, mas que se atualiza quando enfocado de maneira nova, ressaltando em particularidades pouco analisadas, como &eacute; o caso dos ritos sacrificiais e das express&otilde;es corporais do catolicismo brasileiro.</p><p>Neste trabalho, buscamos fazer um recorte do catolicismo popular, focalizando-o em tr&ecirc;s momentos: o primeiro &eacute; um enfoque &agrave;s influ&ecirc;ncias africanas no catolicismo popular brasileiro, destacando o hibridismo religioso que hora se oculta, hora se evidencia nas pr&aacute;ticas devocionais cat&oacute;licas; o paralelismo sincr&eacute;tico entre santos e orix&aacute;s; e os rituais sincr&eacute;ticos da religiosidade popular e a similari"
formatoNaoFiccao[11] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[11] = " - ISBN 85-88840-30-8"

codigoNaoFiccao[12] = "012"
paginasNaoFiccao[12] = "160 páginas"
livroNaoFiccao[12] = "A Sombra de Dioniso: contribuição a uma sociologia da orgia"
autorNaoFiccao[12] = "Michel Maffesoli"
deNaoFiccao[12] = "De"
preco1NaoFiccao[12] = " R$ 26,50<br>"
porNaoFiccao[12] = "por"
preco2NaoFiccao[12] = " R$ 19,50"
destaqueNaoFiccao[12] = "em breve"
olhoNaoFiccao[12] = "Esta reedição, sugerida pelo próprio autor, traz à luz uma obra clássica, que se vê cada vez mais atualizada na dinâmica da vida contemporânea, na medida em que mostra que há uma lógica passional que anima o corpo social: o orgiasmo como uma das estruturas essenciais de toda socialidade. Esta obra não é somente um resgate, mas um fio condutor importante para a epistemologia de Maffesoli."
sinopseNaoFiccao[12] = "em breve"
trechoNaoFiccao[12] = "<p>Pode parecer paradoxal ver no orgiasmo uma das estruturas essenciais de toda socialidade. Para alguns, trata-se de uma aberra&ccedil;&atilde;o b&aacute;rbara que nos pa&iacute;ses civilizados foi progressivamente apagada pela domestica&ccedil;&atilde;o dos costumes. Para outros, pode ser um pequeno devaneio fantasm&aacute;tico, toler&aacute;vel na fic&ccedil;&atilde;o romanesca ou po&eacute;tica. De todas as formas, &eacute; impens&aacute;vel lhe conceder qualquer efic&aacute;cia social, particularmente em nossas sociedades de alto desenvolvimento tecnol&oacute;gico. &Eacute;, portanto, sobre essa mesma efic&aacute;cia que este livro deseja insistir. Sua ambi&ccedil;&atilde;o &eacute; mostrar que h&aacute; uma l&oacute;gica passional que anima, ontem e sempre, o corpo social. Esta l&oacute;gica, &agrave; maneira de uma centralidade subterr&acirc;nea, se difrata numa multiplicidade de efeitos que informam a vida cotidiana.</p><p>&Agrave; imagem de Dioniso, deus de m&uacute;ltiplas faces, o orgiasmo social &eacute; essencialmente plural, e a an&aacute;lise que podemos fazer dele remete a uma diversidade de quadros que, cada um &agrave; sua maneira mas sob &acirc;ngulos diferentes, retomam algumas das grandes caracter&iacute;sticas dessa forma. Podemos resumir essas caracter&iacute;sticas em dois pontos, que se acham simultaneamente em todos os momentos de nosso percurso.</p><p>Para come&ccedil;ar, podemos considerar que o indiv&iacute;duo e o social que lhe serve de corol&aacute;rio tendem a se dissolver no<i> confusional.</i> Ao contr&aacute;rio do que tem prevalecido em nossa modernidade, o orgiasmo tem acentuado intensamente o todo ou a correspond&ecirc;ncia dos diversos elementos desse todo. Em seguida, trataremos de observar que esse orgiasmo, que pode parecer an&ocirc;mico em alguns aspectos, permite &agrave; comunidade se estruturar ou se regenerar. Em oposi&ccedil;&atilde;o a uma moral do &ldquo;dever-ser&rdquo;, ele remete a um <i>imoralismo-&eacute;tico</i> que consolida o la&ccedil;o simb&oacute;lico de toda sociedade.</p><p>No que concerne ao m&eacute;todo de abordagem, queremos mostrar que o que &eacute; antigo se encontra igualmente vis&iacute;vel em nossos dias, e o que parece novo possui s&oacute;lidas ra&iacute;zes arcaicas. &Agrave; maneira de uma &ldquo;fus&atilde;o encadeada&rdquo;, a <i>leitura transversal</i>, ao descrever esse trajeto antropol&oacute;gico, permite esclarecer a situa&ccedil;&atilde;o contempor&acirc;nea.</p><p>Podemos, por fim, levantar uma interroga&ccedil;&atilde;o disseminada por todo o livro: tem o orgiasmo lugar numa an&aacute;lise <i>prospectiva</i>? Ou, referindo-se &agrave;s figuras m&iacute;ticas, ser&aacute; que o laborioso Prometeu n&atilde;o estaria dando lugar ao inomin&aacute;vel Dioniso?</p>"
formatoNaoFiccao[12] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[12] = " - ISBN 85-88840-32-4"

codigoNaoFiccao[13] = "013"
paginasNaoFiccao[13] = "48 páginas"
livroNaoFiccao[13] = "O Livro das Lendas: aventuras didáticas"
autorNaoFiccao[13] = "Gustavo César Marcondes"
deNaoFiccao[13] = "De"
preco1NaoFiccao[13] = " R$ 23,50<br>"
porNaoFiccao[13] = "por"
preco2NaoFiccao[13] = " R$ 16,00"
destaqueNaoFiccao[13] = "em breve"
olhoNaoFiccao[13] = "Uma obra diferente e inovadora de introdução ao RPG, que propõe ao professor o uso desse jogo no ensino de suas disciplinas através do universo criativo de histórias e aventuras. Nela, é possível criar ambientes, personagens e mundos fantásticos, onde não existe a fronteira entre brincar e aprender."
sinopseNaoFiccao[13] = "em breve"
trechoNaoFiccao[13] = "<p>&ldquo;H&aacute; muitos anos os jogos v&ecirc;m sendo utilizados por profissionais ligados &agrave; educa&ccedil;&atilde;o, como um grande aliado para a constru&ccedil;&atilde;o educacional, pois desenvolvem a express&atilde;o oral, a imagina&ccedil;&atilde;o e a criatividade.</p><p>Os Role Playing Games (jogos de criar e contar hist&oacute;rias) v&ecirc;m aderindo a esta f&oacute;rmula vencedora como uma ferramenta de apoio paradid&aacute;tico, de forma isolada e experimental.</p><p>Nesse mesmo intervalo de tempo, disserta&ccedil;&otilde;es de mestrado e teses de doutorado sobre este estilo de jogo v&ecirc;m sendo defendidas &ndash; e aprovadas &ndash; nas mais conceituadas universidades brasileiras.</p><p>Todo esse movimento est&aacute; comprovando de forma evidente que esses tipos de jogos, al&eacute;m de se tornarem uma excelente atividade l&uacute;dica para crian&ccedil;as, adolescentes, e at&eacute; adultos, possuem tamb&eacute;m um potencial educativo repleto de alternativas, para que o conhecimento seja passado com empolga&ccedil;&atilde;o e prazer.</p><p>Com o RPG &eacute; poss&iacute;vel desenvolver:</p><p>- a express&atilde;o oral &eacute; exercitada em todo o desenrolar do jogo, j&aacute; que os personagens descrevem suas a&ccedil;&otilde;es continuamente.</p><p>- a express&atilde;o corporal &eacute; usada para melhorar a interpreta&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es dos personagens durante todo o jogo (teatro).</p><p>- a aventura elaborada cont&eacute;m pistas, que s&atilde;o na verdade trechos de textos para leitura e determina&ccedil;&atilde;o de atitudes.</p><p>- as a&ccedil;&otilde;es em grupo s&atilde;o privilegiadas, j&aacute; que para vencer &eacute; preciso que o outro jogador tamb&eacute;m ven&ccedil;a, a partir de solu&ccedil;&otilde;es coletivas.</p><p>- o conte&uacute;do disciplinar ou interdisciplinar &eacute; desenvolvido no decorrer do jogo, rompendo as dificuldades e resist&ecirc;ncias naturais do aluno em aprender. Ao mesmo tempo, estimula o racioc&iacute;nio r&aacute;pido, a capacidade de interpreta&ccedil;&atilde;o e a escrita.</p><p>A hist&oacute;ria do Role Playing Game (RPG): </p><p>Por volta de 1974, nos Estados Unidos, foi inventado um novo estilo de jogo, baseado em jogos de guerra e na literatura de John Ronald Reuel Tolkien (1892-1973). No Brasil, o primeiro livro de RPG foi traduzido apenas em 1991.</p><p>Com alicerce na criatividade e no poder da imagina&ccedil;&atilde;o, os jogadores fazem parte de uma hist&oacute;ria como seus atores principais, uma esp&eacute;cie de teatro verbal dentro de uma aventura proposta. O roleplaying game (jogo de criar e interpretar hist&oacute;rias) &eacute; uma grande jogo, em que um dos participantes, o narrador, chamado de mestre, conduz a partida ou aventura. Ele descreve o ambiente, interpreta os personagens que os jogadores encontrar&atilde;o pelo caminho, organiza as quest&otilde;es das disciplinas a serem testadas e determina os resultados das a&ccedil;&otilde;es, mas s&atilde;o os jogadores que decidem o que seus personagens v&atilde;o dizer ou fazer. </p><p>Esse estilo de jogo &eacute; muito peculiar, pois o trabalho em grupo &eacute; de fundamental import&acirc;ncia. Quanto melhor for o relacionamento do grupo, mais chances de sucesso ter&atilde;o os personagens em sua miss&atilde;o.</p><p>O que &eacute; <i>O Livro das Lendas</i>?</p><p>&Eacute; um sistema para criar, contar e interpretar hist&oacute;rias. Sua proposta &eacute; servir de suporte de regras para qualquer tipo de hist&oacute;ria, ambientada em qualquer &eacute;poca ou lugar, seja de pura fantasia ou de grande realismo, vivida por personagens criados pelos pr&oacute;prios jogadores. Por n&atilde;o ter uma ambienta&ccedil;&atilde;o fixa e apresentar grande flexibilidade, este sistema pode incorporar todas as ambienta&ccedil;&otilde;es imagin&aacute;veis, permitindo inclusive a constru&ccedil;&atilde;o de aventuras did&aacute;ticas, usando os conte&uacute;dos escolares.</p><p>Jogar o <i>O Livro das Lendas</i> &eacute; muito mais f&aacute;cil do que pode parecer de in&iacute;cio. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa ser um <i>expert</i> para utiliz&aacute;-lo, ele estar&aacute; amplamente descrito nas pr&oacute;ximas p&aacute;ginas, e foi cuidadosamente preparado para ser de f&aacute;cil compreens&atilde;o aos iniciantes no RPG, nunca perdendo seu car&aacute;ter envolvente, criativo e surpreendente.&rdquo;</p>"
formatoNaoFiccao[13] = " - 21x28cm"
isbnNaoFiccao[13] = " - ISBN 85-88840-33-2"

codigoNaoFiccao[14] = "014"
paginasNaoFiccao[14] = "152 páginas"
livroNaoFiccao[14] = "O Imaginário no Rafting: uma busca pelos sentidos da aventura, do risco e da vertigem"
autorNaoFiccao[14] = "Fabiana Rodrigues de Sousa"
deNaoFiccao[14] = "De"
preco1NaoFiccao[14] = " R$ 25,00<br>"
porNaoFiccao[14] = "por"
preco2NaoFiccao[14] = " R$ 22,00"
destaqueNaoFiccao[14] = "A autora convida-nos a mergulhar num espaço que apresenta a experiência dos praticantes desse esporte coletivo tão excitante."
olhoNaoFiccao[14] = "A autora convida-nos a mergulhar num espaço que apresenta a experiência dos praticantes desse esporte coletivo tão excitante: os interiores desses rafters, seus modos próprios de aproximação com o rio, com a corredeira, com o manejo do barco, enfim, seu caráter vivencial. Este livro vem enriquecer o debate, refletindo sobre os sentidos e significados que a cultura, em sua condição essencial para a existência humana, precisa ocupar no universo do profissional da Educação Física."
sinopseNaoFiccao[14] = "em breve"
trechoNaoFiccao[14] = "<p>O esporte, na sociedade contempor&acirc;nea, vem ocupando grande destaque na m&iacute;dia e em discursos pol&iacute;ticos e econ&ocirc;micos. A cultura esportiva penetrou na vida di&aacute;ria e tornou-se uma das principais refer&ecirc;ncias no estilo de vida esportivo com seus equipamentos, vestimentas, gestualidades, na pr&aacute;tica do turismo e nos discursos das diferentes camadas sociais. O esporte fascina e provoca. Ele se apresenta como uma fonte inesgot&aacute;vel de s&iacute;mbolos e representa&ccedil;&otilde;es sociais. Por&eacute;m, essas representa&ccedil;&otilde;es simb&oacute;licas parecem interessar, sobretudo, &agrave;s campanhas de publicidade, na quais as marcas disputam entre si, na sociedade do espet&aacute;culo, nichos de maior n&uacute;mero de consumidores. Uma trama sem&acirc;ntica se instaura em torno do produto, mediante os fundamentos dos aspectos simb&oacute;licos que podem envolver e alcan&ccedil;ar os desejos dos consumidores.</p><p>O significado social dessas pr&aacute;ticas esportivas atende mais do que o consumo de bens &uacute;teis, como sa&uacute;de e prazer; por exemplo, atende tamb&eacute;m a dimens&otilde;es subjetivas de valores, de rela&ccedil;&otilde;es sociais, de reconhecimento de si, de suas potencialidades, aos desejos de sentir-se protagonista de uma a&ccedil;&atilde;o, responsabilizando-se tanto pelos &ecirc;xitos, quanto pelos limites dessa a&ccedil;&atilde;o. Os estilos de apar&ecirc;ncia, meio relaxados, o dinamismo, as imagens de for&ccedil;a e de agressividade integram as imagens esportivas da atualidade e s&atilde;o associadas ao cotidiano das pessoas.</p><p>Numa conceitua&ccedil;&atilde;o mais ampla e evolutiva do esporte, este configura-se como parte do processo de civiliza&ccedil;&atilde;o, como um elemento da cultura urbana, isto &eacute;, o esporte integra, em si, o exerc&iacute;cio da urbanidade, da civilidade, da sociabilidade e do bem estar dos homens: consigo mesmo e com os outros, portanto, com sua natureza pessoal, com a natureza social e com a natureza f&iacute;sica, diz Bento (1997). </p><p>O autor ainda fala sobre a exist&ecirc;ncia de um homo <i>sportivus</i>, que engloba o homo <i>ecologicus</i>, inspirado nos mitos prometeicos de dom&iacute;nio da natureza exterior e interior. Observa-se que, ao longo dos anos, o homem vem buscando dominar a natureza, das formas mais diversificadas. No entanto, no &uacute;ltimo s&eacute;culo, ele percebeu que o impacto de seus desbravamentos nas matas, nos mares e at&eacute; no ar, trouxe conseq&uuml;&ecirc;ncias irrevers&iacute;veis, como a extin&ccedil;&atilde;o de algumas esp&eacute;cies de animais, atingindo diretamente a cadeia alimentar e comprometendo o equil&iacute;brio ecol&oacute;gico. Com esse alerta, muitas pessoas come&ccedil;aram a se preocupar e, ent&atilde;o, propuseram novas possibilidades de rela&ccedil;&atilde;o entre o homem e a natureza. Nesse momento &eacute; que entra o homo <i>sportivus</i> e o homo <i>ecologicus</i>, como uma nova proposta para o uso da natureza, proporcionando um desenvolvimento sustent&aacute;vel que, segundo Da Costa (1997), &eacute; definido como um balanceamento &oacute;timo dos recursos naturais nas rela&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas, em substitui&ccedil;&atilde;o dos procedimentos de m&aacute;xima mobiliza&ccedil;&atilde;o, presentes nos dias de hoje.</p><p>A tem&aacute;tica do meio ambiente e do esporte se apresenta numa cultura crescente e global, diz Da Costa (1997) no livro <i>Meio Ambiente e Desporto: Uma Perspectiva Internacional</i>. Retornar &agrave; natureza recuperando antigas pr&aacute;ticas e teoriza&ccedil;&otilde;es ontol&oacute;gicas, bem como estabelecendo nova ordem para as atividades f&iacute;sicas, jogos e competi&ccedil;&otilde;es, fala o autor, torna o esporte complementar &agrave;s transforma&ccedil;&otilde;es ambientais. Diante da sustentabilidade que o esporte pode mobilizar, uma vez que este se mostra mais harm&ocirc;nico que antag&ocirc;nico em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; natureza, a reconcilia&ccedil;&atilde;o homem &ndash; desporto &ndash; natureza &eacute; percept&iacute;vel na sociedade como um todo.</p><p>Murray (2002) verifica que o esporte tem ampliado a sua atua&ccedil;&atilde;o na forma&ccedil;&atilde;o de atitudes ecologicamente saud&aacute;veis, que levem o homem a ter uma rela&ccedil;&atilde;o mais harmoniosa com seu meio ambiente. Ele acredita que o Comit&ecirc; Ol&iacute;mpico Internacional (COI) vem implementando algumas a&ccedil;&otilde;es com o objetivo de contribuir para um mundo ecologicamente correto. Para refor&ccedil;ar o que diz, ele se baseia nas palavras de Samaranchi (1997), que cita os dizeres do presidente do COI sobre a pol&iacute;tica ambiental desenvolvida pelo comit&ecirc;:</p><p>&ldquo;<i>A pol&iacute;tica ambiental, que o Comit&ecirc; Ol&iacute;mpico Internacional (COI) esfor&ccedil;a-se para implementar, &eacute; baseada no dever do Movimento Ol&iacute;mpico para com a sociedade e bem-estar da humanidade, como est&aacute; expresso nos princ&iacute;pios consagrados na Carta Ol&iacute;mpica. Nosso mais profundo desejo &eacute; agir como um catalisador positivo para promover a&ccedil;&otilde;es ambientais que v&atilde;o al&eacute;m dos Jogos Ol&iacute;mpicos e atinjam toda a comunidade esportiva</i>&rdquo; (p. 37-38).</p><p>Com a preocupa&ccedil;&atilde;o do Comit&ecirc; Ol&iacute;mpico Internacional em otimizar a rela&ccedil;&atilde;o entre esporte e meio ambiente, este &oacute;rg&atilde;o passou a incluir, como um dos seus pilares fundamentais, o meio ambiente, juntamente com o esporte e a cultura, o que levou os organizadores dos Jogos Ol&iacute;mpicos a se preocuparem em realizar os jogos somente em cidades onde haja evidentes cuidados com as quest&otilde;es ambientais.</p>"
formatoNaoFiccao[14] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[14] = " - ISBN 85-88840-34-0"

codigoNaoFiccao[15] = "015"
paginasNaoFiccao[15] = "88 páginas"
livroNaoFiccao[15] = "Infância, Cultura e Mídia"
autorNaoFiccao[15] = "Aldo Pontes (Org.)"
deNaoFiccao[15] = " "
preco1NaoFiccao[15] = " R$ 16,00"
porNaoFiccao[15] = " "
preco2NaoFiccao[15] = " "
destaqueNaoFiccao[15] = "em breve"
olhoNaoFiccao[15] = "O livro traz textos fundamentados em teorias oriundas da sociologia, da filosofia, da psicologia, da educação... E além de enfocarem essa temática comum de investigação, destaca-se também a preocupação dos autores com o consumo de mídia pelas crianças e suas implicações."
sinopseNaoFiccao[15] = "em breve"
trechoNaoFiccao[15] = "<h1>Educar crian&ccedil;as para m&iacute;dia: uma a&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria</h1><p>Nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, uma quantidade bastante expressiva de estudiosos das mais diversas &aacute;reas do conhecimento (educa&ccedil;&atilde;o, psicologia, filosofia, sociologia...) v&ecirc;m se dedicando a compreender as influ&ecirc;ncias das m&iacute;dias no processo educativo. O interesse destes estudiosos &eacute; justificado pela a&ccedil;&atilde;o cada vez determinante das m&iacute;dias no contexto social, pol&iacute;tico, econ&ocirc;mico e cultural. Analisando parte das publica&ccedil;&otilde;es que apresentam resultados dessas a&ccedil;&otilde;es, verificamos ser bastante recorrente os estudiosos apontarem a necessidade de uma reconfigura&ccedil;&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o educativa da escola no sentido de al&eacute;m de contemplar os conte&uacute;dos das disciplinas do curr&iacute;culo, dar conta de desenvolver habilidades e compet&ecirc;ncias para a recep&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica das informa&ccedil;&otilde;es veiculadas pelas m&iacute;dias; a utiliza&ccedil;&atilde;o das m&iacute;dias no processo de constru&ccedil;&atilde;o do conhecimento; e para a utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos e da linguagem midi&aacute;tica para a divulga&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos produzidos de acordo com os interesses da comunidade. </p><p>Nas palavras de Ferr&eacute;s (1996): &ldquo;a reforma educativa estabelece a compet&ecirc;ncia comunicativa como uma das finalidades da educa&ccedil;&atilde;o. Numa sociedade na qual a comunica&ccedil;&atilde;o audiovisual tornou-se uma hegemonia, n&atilde;o haver&aacute; compet&ecirc;ncia comunicativa se os c&oacute;digos n&atilde;o forem dominados&rdquo;. Como bem alerta Ferr&eacute;s (1996), diante dessa &ldquo;nova&rdquo; realidade, a institui&ccedil;&atilde;o escolar que antes se limitava a abordar estritamente os conte&uacute;dos ligados &agrave;s disciplinas do curr&iacute;culo, tem na atualidade a responsabilidade social de trazer para a sala de aula os complexos conte&uacute;dos que emergem do nosso dia-a-dia atrav&eacute;s das m&iacute;dias, em outras palavras, de desenvolver o que muitos te&oacute;ricos t&ecirc;m denominado de Educa&ccedil;&atilde;o para M&iacute;dia. Para o mesmo autor, &ldquo;o ideal seria que os alunos n&atilde;o fossem capazes de compreend&ecirc;-los em profundidade (os meios), mas tamb&eacute;m de expressar-se por interm&eacute;dio deles&rdquo; (p. 82). </p><p>Para discutirmos sobre a necessidade de uma educa&ccedil;&atilde;o para a m&iacute;dia dentro dos limites deste cap&iacute;tulo, estaremos concentrando nossos esfor&ccedil;os em defender a import&acirc;ncia de uma educa&ccedil;&atilde;o para m&iacute;dia televisiva na educa&ccedil;&atilde;o infantil. Centramos nossa an&aacute;lise nessa rela&ccedil;&atilde;o por nos sentirmos provocados a entender o que faz com que a televis&atilde;o tenha tanto poder sobre as crian&ccedil;as e o que n&oacute;s professores podemos fazer no sentido de desencadear, j&aacute; na educa&ccedil;&atilde;o infantil, um olhar mais cr&iacute;tico e ativo sobre esse meio de comunica&ccedil;&atilde;o que &eacute; a televis&atilde;o.</p><p><strong>Introdu&ccedil;&atilde;o do texto de Aldo Pontes e Val&eacute;ria Scomparim de Lima, autores do livro <a href='loja_virtual__naoficcao.html#naoficcao015'>Inf&acirc;ncia, Cultura e M&iacute;dia</a>, pela Editora Zouk.</strong></p>"
formatoNaoFiccao[15] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[15] = " - ISBN 85-88840-40-5"

codigoNaoFiccao[16] = "016"
paginasNaoFiccao[16] = "224 páginas"
livroNaoFiccao[16] = "A Eficácia Simbólica do Sacrifício: estudo de uma devoção popular do catolicismo"
autorNaoFiccao[16] = "José Carlos Pereira"
deNaoFiccao[16] = "De "
preco1NaoFiccao[16] = " R$ 28,50<br>"
porNaoFiccao[16] = "por "
preco2NaoFiccao[16] = " R$ 18,00"
destaqueNaoFiccao[16] = "em breve"
olhoNaoFiccao[16] = "Por meio da devoção sacrificial, corpos sacrificados, identificados ao corpo do Cristo sofredor, passam de vítimas desorientadas pelo sofrimento a agentes que arrancam sentido, dignidade e força para resistir. Trata-se de um livro importante para a continuidade dos estudos sobre devoções populares em nosso país."
sinopseNaoFiccao[16] = "em breve"
trechoNaoFiccao[16] = "<p>Retomamos nessa segunda edi&ccedil;&atilde;o uma abordagem da devo&ccedil;&atilde;o sacrificial, utilizando dos conceitos de Marcel Mauss. A devo&ccedil;&atilde;o sacrificial, na concep&ccedil;&atilde;o de Mauss &ndash; embora ele n&atilde;o expresse esse conceito &ndash;, &eacute; um tipo de contrato entre o fiel e a divindade, que envolve sacrif&iacute;cio. N&atilde;o o sacrif&iacute;cio de animais ou pessoas, mas as pr&aacute;ticas de ritos de auto flagela&ccedil;&atilde;o, de castigo do corpo at&eacute; os limites da resist&ecirc;ncia, de atos penitenciais, que privam o corpo de algo prazeroso, ou ainda, a pr&aacute;tica de determinados rituais que provocam dor em troca de benef&iacute;cios, dons ou gra&ccedil;as concedidas pelo santo.<br>Mauss, no texto <i>Ensaio sobre a natureza e a fun&ccedil;&atilde;o do sacrif&iacute;cio</i>, aponta tr&ecirc;s principais caracter&iacute;sticas ou fun&ccedil;&otilde;es do sacrif&iacute;cio: o sacrif&iacute;cio-Dom, o sacrif&iacute;cio-alimento e o sacrif&iacute;cio-contrato. Faremos aqui, com as pr&aacute;ticas penitenciais na devo&ccedil;&atilde;o sacrificial, a compara&ccedil;&atilde;o desse &uacute;ltimo modelo; o sacrif&iacute;cio como forma de pagamento de um contrato com o santo. Esse ritual ou forma de pagamento, segundo Mauss, destina-se a fazer chegar at&eacute; os seres espirituais, e nesse caso o Cristo crucificado, as coisas espiritualizadas atrav&eacute;s dos ritos sacrificiais. Isso, segundo ele, ajuda a conferir ao fiel direitos sobre seu Deus. <br>Os sacrif&iacute;cios serviam &ndash; e acreditamos que ainda tenham tal serventia &ndash; de alimentar as divindades. O sacrif&iacute;cio, visto dessa maneira, se enquadra naquilo que Mauss classificou de &ldquo;sacrif&iacute;cio-alimento&rdquo;. As tr&ecirc;s categorias de sacrif&iacute;cios est&atilde;o intimamente ligadas, mas n&atilde;o faremos aqui distin&ccedil;&otilde;es diretas das mesmas, apenas focalizaremos aquilo que &eacute; essencial e evidente nesta devo&ccedil;&atilde;o. O sacrif&iacute;cio tem aqui a fun&ccedil;&atilde;o, como sugeriu Marcel Mauss, de &ldquo;invocar o car&aacute;ter sagrado da v&iacute;tima&rdquo;, que, nos dizeres de Ren&eacute; Girard, poder&aacute; apaziguar a viol&ecirc;ncia. Recorrer ao sacrif&iacute;cio redentor para que uma situa&ccedil;&atilde;o de viol&ecirc;ncia, seja ela qual for, seja extirpada &eacute; um ato extremado de pedido de socorro, s&oacute; encontrado com freq&uuml;&ecirc;ncia nas devo&ccedil;&otilde;es de cunho sacrificial.</p>"
formatoNaoFiccao[16] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[16] = " - ISBN 85-88840-41-3"

codigoNaoFiccao[17] = "017"
paginasNaoFiccao[17] = "112 páginas"
livroNaoFiccao[17] = "Construindo Saberes em Educação"
autorNaoFiccao[17] = "Aldo Pontes & Valéria Scomparim de Lima (org.)"
deNaoFiccao[17] = " "
preco1NaoFiccao[17] = " R$ 18,00<br>"
porNaoFiccao[17] = " "
preco2NaoFiccao[17] = " "
destaqueNaoFiccao[17] = "em breve"
olhoNaoFiccao[17] = "Este livro busca contribuir para a discussão de alguns dos muitos problemas que emergem no interior da escola. Violência na escola; stress do professor; auto-eficácia e aprendizagem; criatividade e matemática; infância e música; leitura e mídia; são os temas abordados neste livro."
sinopseNaoFiccao[17] = "em breve"
trechoNaoFiccao[17] = "<p>Uma das grandes reivindica&ccedil;&otilde;es dos estudiosos da &aacute;rea de educa&ccedil;&atilde;o que acreditam em uma escola transformadora que realmente garanta a participa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo na sociedade &eacute; que essa atue de forma contextualizada com a realidade social na qual est&aacute; inserida, em outras palavras, que n&atilde;o limite o seu fazer pedag&oacute;gico apenas na abordagem estrita dos conte&uacute;dos ligados &agrave;s disciplinas do curr&iacute;culo. </p><p>Atuando em uma perspectiva transformadora, a escola tem uma responsabilidade social com o presente, o aqui e agora. Dessa forma, precisa trazer para o seu contexto os complexos conte&uacute;dos que emergem do dia-a-dia, mesmo que esses sejam temas conflituosos e que levem a discuss&otilde;es mais acaloradas. </p><p>Partindo disso, este livro traz para reflex&atilde;o temas que, na atualidade, comumente t&ecirc;m gerado discuss&otilde;es no contexto educacional. </p><p>O ponto de encontro e aglutina&ccedil;&atilde;o dos profissionais que tecem as reflex&otilde;es apresentadas aqui s&atilde;o os Col&oacute;quios de Educa&ccedil;&atilde;o realizados pelo Curso de Pedagogia da FAM &ndash; Faculdade de Americana. </p><p>Vale ressaltar que n&atilde;o temos nesta obra a pretens&atilde;o de querer resolver os muitos problemas encontrados na escola, mas sim contribuir para a discuss&atilde;o de alguns desses, propondo encaminhamentos plaus&iacute;veis.</p><p>Estruturalmente o livro apresenta seis cap&iacute;tulos, distribu&iacute;dos da seguinte forma.&nbsp; </p><p>No CAP&Iacute;TULO I, a Prof&ordf;. Luciene Regina Paulino Tognetta apresenta o artigo Viol&ecirc;ncia na escola: os sinais de bullying e o olhar necess&aacute;rio aos sentimentos. Neste texto a professora considera que sinais de viol&ecirc;ncia s&atilde;o constantes entre crian&ccedil;as e adolescentes em institui&ccedil;&otilde;es escolares. Um desses sinais se refere a um tipo de viol&ecirc;ncia escondida, caracterizada pela intencionalidade e repeti&ccedil;&atilde;o&nbsp; de a&ccedil;&otilde;es contra uma v&iacute;tima. Trata-se do fen&ocirc;meno Bullying. V&iacute;timas e agressores de bullying s&atilde;o aqueles que urgentemente precisam de nossa ajuda para superar um problema t&atilde;o assolador, pois por um lado, as v&iacute;timas sofrem uma degrada&ccedil;&atilde;o do conceito de si mesmas e, por outro, o agressor revela uma deterioriza&ccedil;&atilde;o de sua escala de valores que pressup&otilde;e agir com poder e amedrontar o outro. A professora indica que faz-se necess&aacute;rio refletir sobre suas causas e conseq&uuml;entemente, sobre a atua&ccedil;&atilde;o daqueles que permitir&atilde;o aquilo que mais desejamos: a supera&ccedil;&atilde;o do problema. </p><p>O CAP&Iacute;TULO II traz o texto O stress do professor: implica&ccedil;&otilde;es e enfrentamento da Prof&ordf;. Vanessa Fagionatto Vicentin. Neste artigo a professora assinala que nos dias atuais, muito se tem falado sobre o stress e sua influ&ecirc;ncia na qualidade de vida da popula&ccedil;&atilde;o e que v&aacute;rias s&atilde;o as pesquisas realizadas no ambiente de trabalho sobre essa tem&aacute;tica. Assim, com este texto a autora visa discutir o tema stress e burnout em professores, j&aacute; que s&atilde;o s&iacute;ndromes psicol&oacute;gicas que podem ter conseq&uuml;&ecirc;ncias graves para o indiv&iacute;duo com implica&ccedil;&otilde;es nas &aacute;reas f&iacute;sica, emocional, comportamental e familiar. Para tal, o conceito de stress &eacute; apresentado de forma geral, seguido do stress do professor, no qual s&atilde;o enfatizadas as suas fontes, nos diferentes graus de atua&ccedil;&atilde;o deste profissional.&nbsp; Posteriormente &eacute; discutido o conceito de burnout e do stress do professor, seguido de t&eacute;cnicas e estrat&eacute;gias de preven&ccedil;&atilde;o.&nbsp; </p><p>No CAP&Iacute;TULO III, s&atilde;o discutidas as Cren&ccedil;as de Auto-Efic&aacute;cia no Contexto Acad&ecirc;mico, o texto &eacute; da Prof&ordf;. Liliane Ferreira Neves Inglez de Souza. Seu objetivo &eacute; apresentar uma discuss&atilde;o te&oacute;rica sobre o conceito de auto-efic&aacute;cia, evidenciando as implica&ccedil;&otilde;es educacionais desta tem&aacute;tica. Baseada na teoria de auto-efic&aacute;cia defendida por Bandura, a autora mostra que as cren&ccedil;as de auto-efic&aacute;cia s&atilde;o formadas a partir de experi&ecirc;ncias, desempenhos e realiza&ccedil;&otilde;es anteriores; persuas&atilde;o social; experi&ecirc;ncias vic&aacute;rias e estados afetivos e fisiol&oacute;gicos. Estas cren&ccedil;as afetam a a&ccedil;&atilde;o e influenciam o desempenho dos indiv&iacute;duos atrav&eacute;s de processos cognitivos, afetivos, motivacionais e de escolha. Por afetar a motiva&ccedil;&atilde;o e o desempenho, estas cren&ccedil;as t&ecirc;m sido amplamente investigadas no contexto educacional.</p><p>O texto Criatividade e solu&ccedil;&atilde;o de problemas da Prof&ordf;. Val&eacute;ria Scomparim de Lima constitui o CAP&Iacute;TULO IV deste livro. No texto, baseada em te&oacute;ricos como Wechsler, Polva, Davis, Taylor, Krutetskii e outros, a autora defende que a criatividade na solu&ccedil;&atilde;o de problemas matem&aacute;ticos n&atilde;o &eacute; um dom inato, e que todo ser humano &eacute; capaz de aprender a resolver problemas e de ser criativo. A professora apresenta ainda os resultados de sua pesquisa de doutoramento que investigou as rela&ccedil;&otilde;es existentes entre a flexibilidade de pensamento e a criatividade, evidenciados durante os procedimentos de solu&ccedil;&atilde;o de problemas matem&aacute;ticos.</p><p>No CAP&Iacute;TULO V, apresentamos o texto O som significante: um estudo sobre os registros gr&aacute;ficos do som de crian&ccedil;as de 3 a 6 anos da Prof&ordf;. Ana Maria Carrijo Abrah&atilde;o.<em> O </em>artigo apresenta um estudo sobre a capacidade de representa&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica do som de crian&ccedil;as de 3 a 6 anos e as caracter&iacute;sticas dos per&iacute;odos correspondentes, observando o paralelismo entre a constru&ccedil;&atilde;o da intelig&ecirc;ncia e da escrita musical. Fundamentada na teoria Piagetiana, a autora discute a import&acirc;ncia de se reconhecer nas pr&aacute;ticas musicais e sonoras, a relev&acirc;ncia de tais atividades no cotidiano da escola, a fim de contribu&iacute;rem para o desenvolvimento da fun&ccedil;&atilde;o simb&oacute;lica e de diversas no&ccedil;&otilde;es decorrentes da rela&ccedil;&atilde;o do sujeito com os objetos sonoros e musicais. </p><p>Com o texto, A leitura na sociedade midi&aacute;tica: considera&ccedil;&otilde;es sobre as fronteiras do saber, o Prof. Aldo Pontes &eacute; o autor do CAP&Iacute;TULO VI deste livro, a partir de uma reflex&atilde;o sobre a atual converg&ecirc;ncia da leitura e das tecnologias-midi&aacute;ticas materializada no espa&ccedil;o das m&iacute;dias e hiperm&iacute;dias, discute a necess&aacute;ria reconfigura&ccedil;&atilde;o de sentido das palavras texto e leitura, bem como&nbsp; suas implica&ccedil;&otilde;es nas pr&aacute;ticas leitoras e na constitui&ccedil;&atilde;o do leitor do nosso tempo. Dentre as mudan&ccedil;as, o autor fala de uma necess&aacute;ria alfabetiza&ccedil;&atilde;o para o texto apresentado nas telas das m&iacute;dias, nas quais, mais que palavras, sons e imagens comp&otilde;em&nbsp; a mensagem. Fala ainda sobre a import&acirc;ncia da escola para essa outra alfabetiza&ccedil;&atilde;o; sobre as emergentes <em>Redes de Leituras</em> que v&ecirc;m se estruturando no espa&ccedil;o da cultura; e sobre algumas habilidades exigidas para uma leitura competente na sociedade tecnol&oacute;gico-midi&aacute;tica.</p>"
formatoNaoFiccao[17] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[17] = " - ISBN 85-88840-44-8"

codigoNaoFiccao[18] = "018"
paginasNaoFiccao[18] = "176 páginas"
livroNaoFiccao[18] = "Arte e Literatura na Guerra Civil de Espanha"
autorNaoFiccao[18] = "João Cerqueira"
deNaoFiccao[18] = " "
preco1NaoFiccao[18] = " R$ 33,00<br>"
porNaoFiccao[18] = " "
preco2NaoFiccao[18] = " "
destaqueNaoFiccao[18] = "em breve"
olhoNaoFiccao[18] = "O autor mostra como foi fundamental a atuação dos artistas e escritores para a divulgação das atrocidades ocorridas no <i>front</i>. Traça um panorama do conflito, faz uma profunda análise do quadro <i>Guernica</i>, da produção de Miró, de Ernest Hemingway e George Orwell. Também apresenta uma rara discussão sobre a produção dos cartazes de guerra e a importância de suas mensagens para o imaginário da população espanhola."
sinopseNaoFiccao[18] = "em breve"
trechoNaoFiccao[18] = "<p>A repress&atilde;o cultural, acirrada pelas ditaduras de Hitler e Mussolini, desperta nos escritores e artistas europeus e americanos um forte sentimento de interven&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica. Em 1932 realiza-se em Amsterd&atilde;o o Congresso Mundial Contra a Guerra e &eacute; criada em Fran&ccedil;a a Associa&ccedil;&atilde;o dos Escritores e Artistas Revolucion&aacute;rios; em 33 efectua-se em Paris o Congresso Mundial da Juventude Contra a Guerra e o Fascismo; em 35 o Primeiro Congresso de Escritores para a Defesa da Cultura; no mesmo ano surge em Espanha a Alian&ccedil;a de Intelectuais Antifascistas pela Defesa da Cultura; e a Guerra Civil determina que a Alian&ccedil;a Internacional de Intelectuais Antifascistas escolha Madrid e Val&ecirc;ncia para realizar o II Congresso Internacional de Escritores. Desafiando as pot&ecirc;ncias do Eixo, intelectuais de todo o mundo apontam o dedo ao Fascismo como o principal inimigo da civiliza&ccedil;&atilde;o, assumindo o compromisso de utilizar a cultura como uma arma na defesa da democracia.</p><p>A inovadora combina&ccedil;&atilde;o da modernidade liter&aacute;ria com as tradi&ccedil;&otilde;es po&eacute;ticas ar&aacute;bico-andaluzas, galaico-portuguesas e ciganas, proporciona grande sucesso &agrave; obra do poeta e dramaturgo Federico Garcia Lorca. O conjunto de poemas <em>Primer romancero gitano,</em> de 1928, torna-se um dos livros de poesia mais vendidos da literatura espanhola. At&eacute; o seu assass&iacute;nio pelos nacionalistas em 1936, Garcia Lorca<sup>1</sup> e o seu grupo teatral <em>La Barraca</em> empenham-se em divulgar o teatro moderno e cl&aacute;ssico nas regi&otilde;es mais desfavorecidas e junto dos cidad&atilde;os analfabetos. Pelo frontal anticlericalismo, cr&iacute;ticas ao sistema social e democratiza&ccedil;&atilde;o da cultura, <em>La Barraca</em> &eacute; criticada nos jornais <em>Gracia y Justicia </em>e<em> Ideal,</em> e hostilizada pelos conservadores. A voz do poeta contestat&aacute;rio torna-se cada vez mais inc&oacute;moda, gerando uma legi&atilde;o crescente de inimigos que aguarda a oportunidade de um ajuste de contas que o eclodir da Guerra Civil proporciona. A sua morte desencadeia uma vaga de indigna&ccedil;&atilde;o e revolta entre os intelectuais de todo o mundo, tendo H. G. Wells, presidente do Penn Club, endere&ccedil;ado um protesto ao governador de Granada, Jos&eacute; Valdez Guzm&aacute;n. </p><p>A execu&ccedil;&atilde;o sum&aacute;ria de Lorca demonstra o desprezo nacionalista pela vida de civis desarmados e a sanha contra a cultura. Embora derrotados nas urnas, o conjunto de for&ccedil;as antidemocr&aacute;ticas denominadas nacionalistas proclamam-se governo leg&iacute;timo e perseguem os seus opositores. Lorca nunca interveio na vida pol&iacute;tica, mas tem contra si v&aacute;rias &laquo;acusa&ccedil;&otilde;es&raquo;: &eacute; um agitador de massas, frequenta tert&uacute;lias de intelectuais de esquerda, tem amigos antifascistas, anticlericais, antimonarquicos, entre os quais Luis Bu&ntilde;uel, Rafael Alberti e Salvador Dali, denunciara a brutalidade das for&ccedil;as da ordem no poema <em>Romance de la Guardia Civil espa&ntilde;ola</em> e &eacute; irm&atilde;o de um Presidente de C&acirc;mara socialista. Consciente da amea&ccedil;a que paira sobre a sua pessoa, refugia-se nos dom&iacute;nios de Luis Rosales, cuja fam&iacute;lia tem liga&ccedil;&otilde;es aos falangistas, julgando estar a salvo das mil&iacute;cias nacionalistas. Contudo, a suposta protec&ccedil;&atilde;o revela-se insuficiente e Lorca, apesar de os irm&atilde;os Rosales obterem uma ordem do Comando Militar para o libertar, torna-se o primeiro m&aacute;rtir da Guerra Civil. </p><p>A obsess&atilde;o pela morte presente em toda a sua obra, expressa de forma sublime em <em>Llanto por Ignacio S&aacute;nches Mej&iacute;as</em>, dedicado ao amigo toureiro que o poeta viu morrer na arena, prenuncia o seu pr&oacute;prio destino: </p><p>&laquo;(...) Comezaron los sones de bord&oacute;n<br>a las cinco de la tarde.<br>Las campanas de ars&eacute;nico y el humo<br>a las cinco de la tarde.<br>En las esquinas grupos de silencio<br>a las cinco de la tarde.<br>Y el toro solo coraz&oacute;n arriba!<br>a las cinco de la tarde.<br>Cuando el sudor de nieve fue llegando<br>a las cinco de la tarde<br>Cuando la plaza se cobri&oacute; de yodo<br>a las cinco de la tarde,<br>La muerte puso heuvos en la herida<br>a las cinco de la tarde.<br>A las cinco de la tarde.<br>A las cinco en punto de la tarde. (...)&raquo;<sup>2</sup></p><p>Com a consequente divis&atilde;o do territ&oacute;rio, ambas as partes adoptam formas distintas de abordagem da cultura: enquanto os nacionalistas temem que ela mine os seus fundamentos de autoridade e tradi&ccedil;&atilde;o, sujeitando-a a uma censura r&iacute;gida e parcimonioso acesso, os republicanos acreditam que o progresso s&oacute; pode ser obtido com o livre acesso do povo &agrave; cultura e total liberdade de express&atilde;o. Nas suas divergentes vis&otilde;es do mundo, a cultura constitui uma pedra fundamental para a estrat&eacute;gia de ambos os beligerantes. Para os nacionalistas, representa um foco instabilizador e iconoclasta que deve ser asfixiado, oferecendo como alternativa a religi&atilde;o e o exerc&iacute;cio f&iacute;sico. Encaram-na como um privil&eacute;gio das elites destinado a refor&ccedil;ar o dom&iacute;nio sobre as massas, convictos de a obedi&ecirc;ncia e a disciplina serem mais importantes, e por vezes incompat&iacute;veis, que o saber. Os nacionalistas imp&otilde;em a censura e um &iacute;ndex de livros proibidos, pro&iacute;bem a produ&ccedil;&atilde;o e venda de imagens e textos sem pr&eacute;via autoriza&ccedil;&atilde;o, as l&iacute;nguas regionais, as classes mistas nas escolas, o div&oacute;rcio, declaram obrigat&oacute;rio o ensino da religi&atilde;o cat&oacute;lica e restabelecem a pena de morte. Comiss&otilde;es cens&oacute;rias determinam quais os livros que podem ser consultados nas bibliotecas e quem tem acesso &agrave;s obras proibidas. &Agrave; semelhan&ccedil;a dos nazis, efectuam queimas p&uacute;blicas de livros considerados &laquo;vermelhos&raquo; e &laquo;pornogr&aacute;ficos&raquo;, e n&atilde;o hesitam em bombardear Madrid, atingindo o Museu do Prado, a Biblioteca Nacional, a Academia de S&atilde;o Fernando e outras zonas hist&oacute;ricas.</p><p><sup>1</sup> A morte de Garcia Lorca continua obscura, permanece a d&uacute;vida se teriam sido falangistas locais a abat&ecirc;-lo ou a Guarda Civil, ridicularizada pelo poeta. Ap&oacute;s um longo sil&ecirc;ncio sobre o assassinato, os falangistas incriminaram Luis Alonso como respons&aacute;vel moral da sua morte, procurando vingar a execu&ccedil;&atilde;o pelos republicanos do dramaturgo Benavente. O local da sepultura permanece desconhecido. As principais obras de Lorca s&atilde;o: <em>Impressiones y paisajes, Primer romancero gitano, Mariana Pineda, La zapatera prodigiosa, Primeras canciones, Poeta en Nueva York, El amor de Dom Perlimpl&iacute;n, com Belisa en su jard&iacute;n, As&iacute; que pasen cinco a&ntilde;os</em>,<em> Bodas de Sangre, A casa de Bernarda Alba</em>. Esta &uacute;ltima foi representada em Portugal em 1948 no Teatro Nacional D&ordf; Maria II, pela companhia de Am&eacute;lia Rey-Cola&ccedil;o e Robles Monteiro, com Palmira Bastos no papel de Bernarda Alba e Maria Barroso no papel de Adela.</p><p><sup>2</sup> LORCA, Federico Garcia. <em>Antologia Po&eacute;tica.</em> Org., Trad., Pr&oacute;logo e Notas de Jos&eacute; Bento. Lisboa, Ed. Rel&oacute;gio D&rsquo;&Aacute;gua, 1993. p. 171. </p>"
formatoNaoFiccao[18] = " - 16x23cm"
isbnNaoFiccao[18] = " - ISBN 85-88840-43-X"

codigoNaoFiccao[19] = "019"
paginasNaoFiccao[19] = "128 páginas"
livroNaoFiccao[19] = "Devoções Marginais: interfaces do imaginário religioso"
autorNaoFiccao[19] = "José Carlos Pereira"
deNaoFiccao[19] = "De"
preco1NaoFiccao[19] = " R$ 23,00<br>"
porNaoFiccao[19] = "por"
preco2NaoFiccao[19] = " R$ 18,00<br>"
destaqueNaoFiccao[19] = "em breve"
olhoNaoFiccao[19] = "Padre Cícero, Frei Galvão, Negrinho do Pastoreio, Maria Degolada... este trabalho aborda a realidade social das devoções tidas como marginais dentro do catolicismo popular brasileiro, examinando tais manifestações a partir do debate contemporâneo sobre o sagrado em seus múltiplos desdobramentos – sua relação com o espaço, com as instituições e com os usos que o povo faz dessas devoções no seu próprio cotidiano."
sinopseNaoFiccao[19] = "em breve"
trechoNaoFiccao[19] = "<p>Para adentrarmos nesta categoria de devo&ccedil;&atilde;o do catolicismo popular brasileiro, faremos, a princ&iacute;pio, uma breve abordagem sobre o imagin&aacute;rio devocional urbano, destacando a liberdade religiosa que existe nas bases da religi&atilde;o cat&oacute;lica, que possibilita ao fiel transitar livremente no campo religioso, sem se preocupar com as fronteiras das religi&otilde;es. Praticam-se naturalmente rituais que re&uacute;nem elementos de diversas religi&otilde;es, sem que isso interfira na sua identidade de cat&oacute;lico. Talvez esse seja o espa&ccedil;o onde mais se evidencia o sincretismo religioso, que transparece nas preces, oferendas e nos ritos sacrificiais oferecidos aos santos ou &agrave;s almas, as quais s&atilde;o tamb&eacute;m consideradas &ldquo;santas&rdquo;. </p><p>Essa constata&ccedil;&atilde;o levou-nos a abordar os conceitos de &ldquo;territorializa&ccedil;&atilde;o&rdquo; e (des)territorializa&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os sagrados. Neste caso, a igreja templo deixa de ser o lugar exclusivo para as pr&aacute;ticas devocionais. Surgem novos espa&ccedil;os para as manifesta&ccedil;&otilde;es e viv&ecirc;ncias da religi&atilde;o: as ruas, capelas de beira de estradas, parques, est&aacute;dios e, principalmente, os cemit&eacute;rios, aos quais dedicamos grande parte deste trabalho. S&atilde;o todos esses espa&ccedil;os, ou territ&oacute;rios, como convencionamos denomin&aacute;-los, <em>l&oacute;cus</em> das devo&ccedil;&otilde;es marginais. Espa&ccedil;os livres de cerceamentos, como s&atilde;o livres essas pr&aacute;ticas religiosas. As institui&ccedil;&otilde;es n&atilde;o interferem e os fi&eacute;is podem expor a criatividade da imagina&ccedil;&atilde;o religiosa. Neles florescem tamb&eacute;m o que chamamos de &ldquo;devo&ccedil;&atilde;o emergente&rdquo;: o culto aos santos que atendem &agrave;s necessidades espec&iacute;ficas, de diversas modalidades e com efic&aacute;cias que acompanham as demandas do mercado.</p><p>O principal perfil das devo&ccedil;&otilde;es marginais &eacute; o culto aos santos de cemit&eacute;rio, que distinguimos aqui em categorias: devo&ccedil;&atilde;o &agrave;s almas de homens, de mulheres e de crian&ccedil;as. Cada uma com sua caracter&iacute;stica pr&oacute;pria, de acordo com cada caso, mas sem perder as similaridades entre elas. Esses elementos comuns que existem no culto &agrave;s almas procuramos fundamentar nas refer&ecirc;ncias encontradas nas obras de Marcel Mauss, &Eacute;mile Durkheim e Ren&eacute; Girard. </p><p>Com estreito v&iacute;nculo nesse tema das devo&ccedil;&otilde;es de cemit&eacute;rio, encontramos outros dois, tamb&eacute;m, intimamente ligados: g&ecirc;nero e viol&ecirc;ncia. Refletimos, referendados nas teorias de Ren&eacute; Girard, estes dois assuntos associados ao sagrado. Retomamos dados de alguns &oacute;rg&atilde;os de pesquisa sobre a viol&ecirc;ncia contra a mulher e cruzamos com as informa&ccedil;&otilde;es recolhidas sobre as devo&ccedil;&otilde;es &agrave;s almas de pessoas (a maioria mulheres) que tamb&eacute;m foram v&iacute;timas de viol&ecirc;ncia. A partir desses cruzamentos de elementos, procuramos visualizar o sagrado na sua interface.</p><p>Por fim, de forma lac&ocirc;nica, destacamos as fun&ccedil;&otilde;es sociais de algumas pr&aacute;ticas que permeiam essa categoria de devo&ccedil;&atilde;o. Uma delas &eacute; a pr&aacute;tica de atos sacrificais, comuns nas devo&ccedil;&otilde;es de cunho marginal.</p>"
formatoNaoFiccao[19] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[19] = " - ISBN 85-88840-45-6"


codigoNaoFiccao[20] = "020"
paginasNaoFiccao[20] = "128 páginas"
livroNaoFiccao[20] = "Identidades Contemporâneas: criação, educação e política"
autorNaoFiccao[20] = "Paulo Roberto M. de Araújo"
deNaoFiccao[20] = ""
preco1NaoFiccao[20] = " R$ 23,00<br>"
porNaoFiccao[20] = ""
preco2NaoFiccao[20] = ""
destaqueNaoFiccao[20] = "em breve"
olhoNaoFiccao[20] = "Através de intensos ensaios, o autor vai de João Cabral de Melo Neto à Nietzsche, de Heidegger à Edward Hopper, de Marx e Ruge à Hegel, revendo importantes elementos para a construção da identidade humana no mundo atual. Este livro trata dessa construção dentro das diversas visões da cultura e da ética pelo contínuo deslocamento, instabilidade e multiplicidade de significações da educação, da criação e da política no mundo contemporâneo."
sinopseNaoFiccao[20] = "em breve"
trechoNaoFiccao[20] = ""
formatoNaoFiccao[20] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[20] = " - ISBN 85-88840-46-4"

codigoNaoFiccao[21] = "021"
paginasNaoFiccao[21] = "128 páginas"
livroNaoFiccao[21] = "Mídia e Arte: aberturas contemporâneas"
autorNaoFiccao[21] = "Alexandre Dias Ramos"
deNaoFiccao[21] = ""
preco1NaoFiccao[21] = " R$ 23,00<br>"
porNaoFiccao[21] = ""
preco2NaoFiccao[21] = ""
destaqueNaoFiccao[21] = "em breve"
olhoNaoFiccao[21] = "Este livro trata da influência da mídia no sistema de produção, circulação e recepção da arte, e nos dispositivos culturais de aprendizagem, dentro e fora da escola. Através da multiplicidade de recursos e leituras, investiga como as estruturas midiáticas dessacralizaram o espaço sagrado da arte, na medida em que incluíram as operações publicitárias e mercadológicas da sociedade de consumo."
sinopseNaoFiccao[21] = "em breve"
trechoNaoFiccao[21] = "<p class=MsoBodyTextIndent3 style='margin-bottom:2.85pt;text-indent:25.5pt;line-height:15.0pt;tab-stops:35.4pt 70.8pt 106.2pt 141.6pt 177.0pt 212.4pt 247.8pt 283.2pt 318.6pt 354.0pt 389.4pt 424.8pt 460.2pt 495.6pt 531.0pt 566.4pt 601.8pt 637.2pt 672.6pt 708.0pt 743.4pt 778.8pt 814.2pt 849.6pt 885.0pt 920.4pt 955.8pt 991.2pt 1026.6pt 1062.0pt 1097.4pt 1132.8pt 1168.2pt 1203.6pt 1239.0pt 1274.4pt 1309.8pt 1345.2pt 1380.6pt 1416.0pt'><spanstyle='font-size:8.0pt;font-family:Verdana;mso-font-width:100%'>Ao propor umaanálise sobre a arte pós-moderna, abordando o <i>espaço</i> existente entre aprodução e a recepção da obra de arte na experiência cotidiana, é precisoesclarecer a respeito das relações de poder e <span class=GramE>distinção declasse existentes na dinâmica das artes plásticas</span> e seus dispositivos deextensão, circulação e preservação social, assim como é preciso mostrar ainfluência dos gostos e valores pessoais dos diversos públicos inseridos nessecontexto. Seja por interesses econômicos, pessoais ou coletivos, técnicos ouestéticos, o conhecimento sobre a produção cultural é indispensável para umareflexão da sociedade contemporânea. A arte cumpre um papel fundamental nessecontexto, pois envolve a cultura local e mundial, trabalhando e estimulando ummodo específico de educação, invariavelmente diluída no dia-a-dia das pessoas edos grupos. É para esse dia-a-dia que devemos nos voltar. <o:p></o:p></span></p><p class=MsoBodyTextIndent3 style='margin-bottom:2.85pt;text-indent:25.5pt;line-height:15.0pt;tab-stops:35.4pt 70.8pt 106.2pt 141.6pt 177.0pt 212.4pt 247.8pt 283.2pt 318.6pt 354.0pt 389.4pt 424.8pt 460.2pt 495.6pt 531.0pt 566.4pt 601.8pt 637.2pt 672.6pt 708.0pt 743.4pt 778.8pt 814.2pt 849.6pt 885.0pt 920.4pt 955.8pt 991.2pt 1026.6pt 1062.0pt 1097.4pt 1132.8pt 1168.2pt 1203.6pt 1239.0pt 1274.4pt 1309.8pt 1345.2pt 1380.6pt 1416.0pt'><spanstyle='font-size:8.0pt;font-family:Verdana;mso-font-width:100%'>Torna-se cadavez mais importante olharmos para o fluxo da vida cotidiana, para <i>a vida quepassa por nossa janela</i>, para os encontros e desencontros das ruas, das <i>galerias</i>,<span class=GramE>dos <i>shopping</i></span><i> <span class=SpellE>centers</span></i>;assim, poderemos entender melhor como a produção simbólica pós-moderna se dá, ecomo seus sinais se articulam, formando conjuntos de experiências culturais tãohíbridas. Quando digo “olharmos” não me refiro simplesmente ao exercício ópticodo corpo, mas a um outro modo de apreensão do entorno que inclui a visão demundo de cada um e de cada estrutura social.<o:p></o:p></span></p><p class=MsoNormal style='margin-bottom:2.85pt;text-align:justify;text-indent:25.5pt;line-height:15.0pt;tab-stops:35.4pt 70.8pt 106.2pt 141.6pt 177.0pt 212.4pt 247.8pt 283.2pt 318.6pt 354.0pt 389.4pt 424.8pt 460.2pt 495.6pt 531.0pt 566.4pt 601.8pt 637.2pt 672.6pt 708.0pt 743.4pt 778.8pt 814.2pt 849.6pt 885.0pt 920.4pt 955.8pt 991.2pt 1026.6pt 1062.0pt 1097.4pt 1132.8pt 1168.2pt 1203.6pt 1239.0pt 1274.4pt 1309.8pt 1345.2pt 1380.6pt 1416.0pt'><spanstyle='font-size:8.0pt;font-family:Verdana'>Assim como é preciso olhar para asnovas alternativas que a pós-modernidade ofereceu à divisãoalta-cultura/cultura popular, à hiper-realidade e à cultura do espetáculo,pautadas na junção arte/vida que a sociedade do consumo constituiu – entendendopós-modernidade como um conjunto de processos em curso no âmbito das relações <spanclass=SpellE>intergrupais</span>, em toda sua potência multidisciplinar,polissêmica, híbrida, caótica e <span class=SpellE>desconstrutiva</span>. São <spanclass=GramE>todos</span> ingredientes importantes para se entender como aprodução da arte e da mídia podem ser incorporadas pela educação,revitalizando-a e aproximando-a da dinâmica social contemporânea.<o:p></o:p></span></p><p class=MsoNormal style='margin-bottom:2.85pt;text-align:justify;text-indent:25.5pt;line-height:15.0pt;tab-stops:35.4pt 70.8pt 106.2pt 141.6pt 177.0pt 212.4pt 247.8pt 283.2pt 318.6pt 354.0pt 389.4pt 424.8pt 460.2pt 495.6pt 531.0pt 566.4pt 601.8pt 637.2pt 672.6pt 708.0pt 743.4pt 778.8pt 814.2pt 849.6pt 885.0pt 920.4pt 955.8pt 991.2pt 1026.6pt 1062.0pt 1097.4pt 1132.8pt 1168.2pt 1203.6pt 1239.0pt 1274.4pt 1309.8pt 1345.2pt 1380.6pt 1416.0pt'><spanstyle='font-size:8.0pt;font-family:Verdana'>Da mesma maneira que a arte, aeducação atual deve ser pensada não mais sob um viés determinado edeterminista, fixo, racional e progressivo, mas sob os diversos aspectos eformas que a pós-modernidade proporciona. Uma educação ativada pela percepçãocomplexa do mundo – das cidades, das pessoas que andam pelas ruas, doscartazes, livros, anúncios de jornais e revistas, programas de TV, <i>shows</i>,<i>shopping</i> <span class=SpellE><i>centers</i></span>, museus e da própriaescola –, numa relação mais próxima e intensa com essa paisagem, incorporando-aao repertório pedagógico que lhe é próprio, em sinergia com os meios decomunicação. A educação é, portanto, aqui entendida como um contínuo exercíciocotidiano, um trajeto construído pela experiência da vida, e não apenas pelaaquisição formal de conhecimentos. Paisagem pós-moderna. Assim, a educaçãoacontece a todo o momento, e <span class=GramE>é</span> parte e reflexo docorpo social.<o:p></o:p></span></p><p class=MsoNormal style='text-indent:25.5pt'><span style='font-size:8.0pt;font-family:Verdana'>Como a cartilha e os cadernos escolares dividiram espaçocom as revistas, os jogos eletrônicos e a televisão? Vale mais estudar físicaou assistir ao jogo de futebol, vale mais Shakespeare ou Silvio Santos? Odesfile de carnaval ou o desfile <span class=SpellE>Chanel</span>, o <spanclass=SpellE>Rambo</span> ou o <span class=SpellE>Potemkin</span>, o <spanclass=SpellE>Botero</span> ou o <span class=SpellE>Zurbarán</span>?<o:p></o:p></span></p>"
formatoNaoFiccao[21] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccao[21] = " - ISBN 85-88840-49-9"

codigoNaoFiccao[22] = "022"
paginasNaoFiccao[22] = "96 páginas"
livroNaoFiccao[22] = "Crônicas Atemporâneas"
autorNaoFiccao[22] = "Fábio T. Torres"
deNaoFiccao[22] = ""
preco1NaoFiccao[22] = " R$ 24,00<br>"
porNaoFiccao[22] = ""
preco2NaoFiccao[22] = ""
destaqueNaoFiccao[22] = "em breve"
olhoNaoFiccao[22] = "Numa mistura ácida e envolvente entre crítica, humor e muito sarcasmo, este livro traça um perfil dos caminhos escolhidos pelo homem, reflexo da pluralidade contemporânea. Dentro do ecletismo claro que delineia a obra, reflexo da pluralidade em que&nbsp;todos nos inserimos hoje,&nbsp;o autor&nbsp;expõe temas ora pretensamente &quot;sérios&quot;, ora de&nbsp;humor simples e rasgado."
sinopseNaoFiccao[22] = "em breve"
trechoNaoFiccao[22] = "<p class=MsoBodyTextIndent style='margin-bottom:2.85pt;text-indent:1.0cm;line-height:14.0pt'><spanstyle='font-size:8.0pt;font-family:Verdana'>No caminho para <span class=SpellE>não-sei-onde</span>,preocupado com o maldito horário daquela reunião tão importante que hoje eu nemme lembro dela, e incomodado duplamente em olhar pro meu relógio sentindo opulso suando e coçando na pulseira, num desconforto que se estendia a cadafração do giro que o ponteiro dos segundos insistia em dar, a cabeça não pára.Olho o relógio, confiro os documentos, checo as nuvens que insinuam atempestade, porque eu estou sem guarda-chuva, abro a pasta, fecho a pasta e poralguns caprichosos centímetros não sou pego por um ônibus que me faria patê deser humano instantâneo no asfalto.<o:p></o:p></span></p><p class=MsoBodyTextIndent style='margin-bottom:2.85pt;text-indent:1.0cm;line-height:14.0pt'><spanstyle='font-size:8.0pt;font-family:Verdana'>Que <span class=SpellE>merda</span>então eu estou fazendo? Correndo de braços dados com minha insanidade burracomo se o mundo fosse acabar? <span class=SpellE>Ok</span>, ele vai acabar, maseu certamente não estarei aqui pra ver o serviço completo. Vou me conformandocom os eventos contemporâneos parciais na condição de livre expectador deimpotência relativa. <o:p></o:p></span></p><p class=MsoBodyTextIndent style='margin-bottom:2.85pt;text-indent:1.0cm;line-height:14.0pt'><spanstyle='font-size:8.0pt;font-family:Verdana'>Correndo atrás dos objetivos quesão <span class=GramE>só</span> meus. Que suportam as minhas justificativasdiárias de acordar, tomar café quando <span class=GramE>tem,</span> sair voandoe começar o dia igual a todos. Eles – os objetivos – dependem também dos quenão <span class=GramE>são</span> eu. Há neles o fator obrigatório deinteratividade. Mas os outros são só os outros. Acaba a minha pele, acaba o meusuor, acaba meu campo de visão e meus vislumbres, e só então começam os outros.Então por que eu estou correndo, se quem é responsabilizado ao final sou só eu?<o:p></o:p></span></p><p class=MsoBodyTextIndent style='margin-bottom:2.85pt;text-indent:1.0cm;line-height:14.0pt'><spanstyle='font-size:8.0pt;font-family:Verdana'>Preciso andar mais a pé. Descalçose possível. É impressionante como o carro pasteuriza a paisagem, transforma oprazer de <span class=GramE>ir na</span> necessidade de chegar. Zera totalmentequalquer possibilidade de formação de opinião sobre o que está à volta.Uniformiza o percurso e o transforma em via expressa. <o:p></o:p></span></p><p class=MsoBodyTextIndent style='margin-bottom:2.85pt;text-indent:1.0cm;line-height:14.0pt'><spanstyle='font-size:8.0pt;font-family:Verdana'>É necessário que eu me cadenciemais. Pare de correr contra o tempo e jogue a tarefa pro outro lado, e o façacorrer a meu favor. Preciso parar de olhar pra frente um pouco. Precisoaprender a <span class=SpellE>desfocar</span>, a turvar, a confundir. Precisoolhar mais pros lados, pra baixo, pra cima; usar toda minha circunferência. <o:p></o:p></span></p><p class=MsoBodyTextIndent style='margin-bottom:2.85pt;text-indent:1.0cm;line-height:14.0pt'><spanstyle='font-size:8.0pt;font-family:Verdana'>O mesmo tempo que se gasta dando ascostas é o que se gasta dando o perdão. O mesmo tempo que aponta o dedo é o queestende a mão. E até então eu simplesmente não me apercebi disso. E quantotempo eu já perdi olhando pro meu relógio? Questionando se eu não podia girar oponteiro ao contrário, ou esticar um segundo, e inventar malabarismos pra quecoubesse em cada volta mais do que ela pode suportar. Quando o segredo é bemmais simples do que lutar. <o:p></o:p></span></p><p class=MsoBodyTextIndent style='margin-bottom:2.85pt;text-indent:1.0cm;line-height:14.0pt'><spanstyle='font-size:8.0pt;font-family:Verdana'>Os rituais de rotina sistematizaramtodos os meus ires e voltares. Flagro-me no banho, num exercício enriquecedorde olhar a si mesmo por olhos externos. Vejo minha figura séria demaisrepetindo 99% dos exatos mesmos movimentos. A mesma maneira de passar a toalhapelo corpo, na mesma seqüência. A mesma mão que abre a porta do <spanclass=SpellE><span class=GramE>box</span></span>. As mesmas escolhas emrepetições confortáveis pela inocuidade. O cigarro no mesmo canto da boca, amesma inspirada que apodrece os mesmos pulmões. E aquela camisa que eu nãoagüento mais. A dança aparentemente perfeita que me faz ligar o pilotoautomático é intencional e paradoxalmente involuntária. Confortável porqueassim tudo se encaixa em caráter de perfeição vazia.<o:p></o:p></span></p><p class=MsoBodyTextIndent style='margin-bottom:2.85pt;text-indent:1.0cm;line-height:14.0pt'><spanstyle='font-size:8.0pt;font-family:Verdana'>Dessa maneira, possivelmente emvinte anos eu estarei sozinho olhando pro espelho do meu banheiro de azulejosantigos e vou ter constatado que as rugas que o tempo me trouxe, que deveriamsignificar satisfação, sugerem apenas cansaço. Cada traço de deformidadeinevitável é reflexo de uma luta que me trouxe resultados práticos e materiaisincríveis, e que me secou por dentro, que é por onde passeiam agora meus vermesviscerais desnutridos pela escassez de alimento que é sinal de não outra coisasenão de que o tempo está acabando.<o:p></o:p></span></p><p class=MsoBodyTextIndent style='margin-bottom:2.85pt;text-indent:1.0cm;line-height:14.0pt'><spanstyle='font-size:8.0pt;font-family:Verdana'>Vamos trilhando pouco a pouco ocaminho que <span class=GramE>julgamos mais apropriado</span> para chegar ondequeremos, mas o percurso cobra seu preço instantaneamente. Vendemos nossotempo. Vendemos nossa percepção, nossa condição pensante. Vendemos aspossibilidades de reflexão novas. Vendemos o único em troca da massa. <o:p></o:p></span></p><p class=MsoBodyTextIndent style='margin-bottom:2.85pt;text-indent:1.0cm;line-height:14.0pt'><spanstyle='font-size:8.0pt;font-family:Verdana'>Isso é medo. De ousar, deexperimentar novos sabores, mas não recusá-los antes que saibamos que eles sãoamargos. E, porque não, de gostar do amargo, e não se sentir desconfortável sóporque ninguém gosta. <o:p></o:p></span></p><p class=MsoBodyTextIndent style='margin-bottom:2.85pt;text-indent:1.0cm;line-height:14.0pt'><spanstyle='font-size:8.0pt;font-family:Verdana'>O medo opressor nos <spanclass=SpellE>dessensibiliza</span> e nos tranca numa sauna seca sem janelas.Qualquer tentativa de movimento gera mais desconforto. A não ser que vocêresolva abrir a porta e desafiá-lo. Manipulá-lo a sorver do próprio veneno.Fazer o medo sentir medo do sobrevivente que emergiu do refogado de humanos semgosto que ele mexe com a colher astuta do tempo que está sob seu domínio.<o:p></o:p></span></p><p class=MsoBodyTextIndent style='margin-bottom:2.85pt;text-indent:1.0cm;line-height:14.0pt'><spanstyle='font-size:8.0pt;font-family:Verdana'>Quebrar as tendências cotidianas demovimento pode ser desconfortável a princípio; é natural a resistência às novasperspectivas, assim como é <span class=SpellE>desencorajador</span> mexer noque funciona. Mas <span class=GramE>funciona</span> desde que eu admita minhafunção robótica. Desde que eu não questione. Desde que eu me aplique aquelasviseiras dos pangarés puxadores de carroça pra que eu não tenha a possibilidadede olhar para os lados. Assim só haverá um caminho; seguro e consistente. <o:p></o:p></span></p><p class=MsoBodyTextIndent3 style='margin-bottom:2.85pt;text-indent:25.5pt;line-height:15.0pt'><spanstyle='font-size:8.0pt;font-family:Verdana;mso-font-width:100%'>E insípido. E,no fim da linha, inútil que me servirá só pra olhar pra trás e entender queperdi a referência do que eu <span class=GramE>sou,</span> de onde estou e doque quero daqui pra diante; percebendo, no círculo da impotência dos momentosque não voltam mais, que minhas pegadas foram apagadas.<o:p></o:p></span></p><p class=MsoNormal style='line-height:150%'><span style='font-size:8.0pt;line-height:150%;font-family:Verdana'><o:p>&nbsp;</o:p></span></p><p class=MsoNormal style='line-height:150%'><span style='font-size:8.0pt;line-height:150%;font-family:Verdana'><o:p>&nbsp;</o:p></span></p><p class=MsoNormal align=right style='text-align:right'><span style='font-size:8.0pt;font-family:Verdana'>Fábio T. Torres é <span class=GramE>autor do livro <i><spanstyle='color:#FFCC00'>Crônicas</span></i></span><i><span style='color:#FFCC00'><span class=SpellE>Atemporâneas</span></span></i>, publicado pela Editora <spanclass=SpellE>Zouk</span>.<o:p></o:p></span></p><p class=MsoNormal align=right style='text-align:right;line-height:150%'><spanstyle='font-size:8.0pt;line-height:150%;font-family:Verdana'><o:p>&nbsp;</o:p></span></p><p class=MsoNormal align=right style='text-align:right'><span style='font-size:8.0pt;font-family:Verdana'><o:p>&nbsp;</o:p></span></p>"
formatoNaoFiccao[22] = " - 13x18cm"
isbnNaoFiccao[22] = " - ISBN 85-88840-51-0"

