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codigoNaoFiccaoOutras1[0] = "000"
paginasNaoFiccaoOutras1[0] = "274 páginas"
livroNaoFiccaoOutras1[0] = "Mundividências: história de vida de migrantes professores"
autorNaoFiccaoOutras1[0] = "Maria Ignez Joffre Tanus"
deNaoFiccaoOutras1[0] = "De"
preco1NaoFiccaoOutras1[0] = " R$ 15,00<br>"
porNaoFiccaoOutras1[0] = "por"
preco2NaoFiccaoOutras1[0] = " R$ 10,00"
destaqueNaoFiccaoOutras1[0] = "em breve"
olhoNaoFiccaoOutras1[0] = "Os diversos caminhos da vida fazem do homem um nômade, um migrante, alguém em busca de realização para seus sonhos, seus desejos, suas necessidades, tanto cotidianas quanto existenciais. São esses caminhos que aparecem nesta obra, em que cada história de vida é um fio entrelaçado na trama social, fio e trama que revelam o sentido da vida, visões de mundo, mundividências. Um estudo sincero e apaixonado sobre o homem que, nas encruzilhadas do labirinto, transforma-se ao transformar o mundo. Educa-se, educando."
sinopseNaoFiccaoOutras1[0] = "em breve"
trechoNaoFiccaoOutras1[0] = "<b>Leia o trecho inicial do capítulo Âncoras Imaginárias:<br>Crenças E Sonhos:</b><p>Toda época apresenta um discurso dominante que serve de referência para as temáticas que ela se coloca. Na Antigüidade pode-se falar do discurso mitológico – época dominada pela mitologia. Na Idade Média o discurso teológico dominou um período marcado pelo predomínio religioso. Na Modernidade, o marxismo, o freudismo e o positivismo dominaram um discurso que traduz, de diferentes maneiras, a ideologia do século XIX, qual seja, a fé no progresso, vinculada, sobretudo, à questão do trabalho.<p>A Modernidade é marcada por um progressivismo ligado à idéia de sociedade voltada para o amanhã e a busca de uma sociedade perfeita. Toda vida social é pensada em função do futuro e entendida a partir do desenvolvimento.<p>Na Contemporaneidade, alguns indicadores demonstram a saturação das visões paradigmáticas da Modernidade. Pode-se falar numa não contemporaneidade entre o instituído e o que está nascendo, instituinte. Embora a ordem burguesa continue a existir, os elementos instituintes mostram, por exemplo, a saturação da fé no futuro, na sociedade para o amanhã. Isso significa uma transformação radical na concepção do tempo que é um indicador importante para entender uma época.<p>O quase abandono de todas as atitudes projetivas evidencia-se nas novas gerações que vivem um presenteísmo. Nas relações passionais, por exemplo, não se pensa mais em termos de perpetuidade. Há também um desencantamento quanto às questões políticas. <p>Corpo/imagem/presente vão conformar uma nova epistéme. Essa epistéme se apóia, sobretudo, na marginalidade. Ao desencantamento do mundo, característico da Modernidade, contrapõe-se o reencantamento do mundo da Pós-Modernidade. O reencantamento do mundo remete a novas formas de relações sociais na vida cotidiana. A socialidade integra as relações do imaginário, da comunicação e não se restringe ao estreitamento técnico. A vida social, ampliada, incorpora o imaginário, o lúdico, a paixão, com o auxílio do desenvolvimento tecnológico. Em síntese, a incorporação na vida social do lúdico e onírico, que foram esvaziados na abordagem mecânica da Modernidade. Vida social entendida a partir do mais próximo, “concreto extremado”. O espaço é partilhado e, portanto, simbólico.<p>Dentro dessa nova lógica, o Imaginário ganha importância. Os partilhamentos imaginários reluzem com mais intensidade nas pequenas comunidades, em grupos sociais restritos, os quais resgatam valores que estão fora de moda ou que nunca estiveram na moda. Estão à margem sem, necessariamente, serem marginais. Vão contornando as beiras, dão-lhes destaque. Às vezes lampejam. Faíscas brilham, chamam a atenção, suscitam críticas, aceitação, desvios, retomadas."
formatoNaoFiccaoOutras1[0] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccaoOutras1[0] = " - ISBN 85-88840-07-3"

codigoNaoFiccaoOutras1[1] = "001"
paginasNaoFiccaoOutras1[1] = "148 páginas"
livroNaoFiccaoOutras1[1] = "Metamorfopsia da Educação: hiatos de uma aprendizagem real"
autorNaoFiccaoOutras1[1] = "Alexandre Dias e Rogério de Almeida (orgs.)"
deNaoFiccaoOutras1[1] = "De"
preco1NaoFiccaoOutras1[1] = " R$ 15,00<br>"
porNaoFiccaoOutras1[1] = "por"
preco2NaoFiccaoOutras1[1] = " R$ 10,00"
destaqueNaoFiccaoOutras1[1] = "em breve"
olhoNaoFiccaoOutras1[1] = "Versa sobre a distância entre a Educação formal, que morbidamente deforma, e a Educação da realidade, que cada vez mais se distancia da Modernidade para inserir-se na Pós-Modernidade."
sinopseNaoFiccaoOutras1[1] = "em breve"
trechoNaoFiccaoOutras1[1] = "Leia a Apresentação:<p>Os escritos sobre Educação que aqui se organizam revelam a multiplicidade do mundo pós-moderno, em que os autores, mais que educadores, são auto-educandos. Elegem as referências para suas reflexões, passeiam pela paisagem mental que lhes acolhem e dotam de sentido a experiência educativa, segundo os meandros da compreensão de cada um. O resultado é um elogio da auto-educação, da educação das trocas e das experiências que se vive no trajeto da existência, auto-conhecimento. Contra a doença que deforma o que se vê, a metamorfopsia, que na Educação faz com que o homem seja formado, conformado e deformado para ser único, a pluralidade dos discursos que dialogam com a realidade, o mundo vivido,reconduz o homem à própria pluralidade que esfericamente o habita e o move: as paixões, as loucuras, a criatividade, a razão, os medos, as debilidades, etc.<p>Abrindo o círculo de ensaios, mostro como a Modernidade, simbolizada pela estátua, cede lugar à abertura pós-moderna, em que o corpo pulsa em busca de novas e velhas formas de conhecimento. A seguir, o artigo de Rosinha lança um outro olhar para a Escola rural e aponta para o sentido profundo das vivências e experiências de que seus alunos usufruem, e podem usufruir, a despeito das teorias e práticas pedagógicas que valorizam e impõem um modelo urbano. Sergio flagra o adolescer, e sua impulsão para as transformações pessoais, partindo inversamente da mal chamada terceira idade até a própria adolescência, realçando os aspectos educacionais envolvidos nas escolhas ao longo da vida. A escolha profissional, e suas implicações no mercado de trabalho, é analisada por Cláudio, que discute os valores que aí circulam e como as empresas se aproveitam deles para adaptar os que nela ingressam. Na seqüência, a relação escola-professor-aluno é comentada por Ricardo, a partir das trocas cotidianas e da necessidade de tomada de consciência dos processos que envolvem essa relação. Trabalhando com recursos tecnológicos, como os processadores de texto, Patrício resgata a tradicional arte do haicai e da poesia concreta, ao apresentar as criações de um grupo de alunos, em que a subjetividade é objetivada pelo labor artístico. Abordando outro aspecto da linguagem, Alexandre estuda os processos de elaboração e criação envolvidos no desenho infantil, ressaltando o hiato entre as interpretações tradicionais e a produção simbólica contemporânea. Meu xará Rogério discute a Educação indígena e traça, a partir da etno-matemática, paralelos importantes para uma compreensão mais profunda e menos predatória das relações multiculturais. Encerrando a coletânea, entre uma pedagogia fuá e a boa educação, talvez acessível, a figura do professor é filosoficamente posta em xeque, no ensaio de Louis, que remete, por também situar-se na abertura da paisagem pós-moderna, ao texto do início. Traçado o círculo, o livro pode ser finalmente fechado. Nós não."
formatoNaoFiccaoOutras1[1] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccaoOutras1[1] = " - ISBN 85-88840-08-3"

codigoNaoFiccaoOutras1[2] = "002"
paginasNaoFiccaoOutras1[2] = "256 páginas"
livroNaoFiccaoOutras1[2] = "Imaginário e Redação: leituras possíveis"
autorNaoFiccaoOutras1[2] = "Angelina Batista"
deNaoFiccaoOutras1[2] = "De"
preco1NaoFiccaoOutras1[2] = " R$ 20,00<br>"
porNaoFiccaoOutras1[2] = "por"
preco2NaoFiccaoOutras1[2] = " R$ 15,00"
destaqueNaoFiccaoOutras1[2] = "em breve"
olhoNaoFiccaoOutras1[2] = "É um estudo das imagens e motivações presentes nas redações de alunos de curso superior. O estudo ancora-se nas teorias da Antropologia do Imaginário de Gilbert Durand e no teste AT-9 (Arquétipo Teste de 9 elementos)."
sinopseNaoFiccaoOutras1[2] = "em breve"
trechoNaoFiccaoOutras1[2] = "<p>Leia um trecho da Introdução:<p>Nossa preocupação com leitura e interpretação de textos nasce, originariamente, da constatação, como professora de Ensino Fundamental e, posteriormente, como diretora de escola, de algumas dificuldades em relação a seu ensino e aprendizagem, decorrentes, em grande parte, de inadequações no domínio da leitura e escrita por parte dos alunos, e também de uma insuficiente consideração das questões envolvidas no processo de domínio da linguagem, por parte da Escola.<p>(...)<p>O problema de leitura e interpretação do 'real' coloca-se como fundamental de qualquer análise que vise à compreensão das que o 'real' possa assumir - texto, por exemplo. O processo de leitura é um processo de leitura de 'mundos' e não se restringe à leitura do texto escrito embora este possa servir de mediação e/ou expressão dos diferentes níveis de simbolização próprios das culturas, das sociedades e das individualidades humanas.<p>Há uma leitura - talvez a 'autorizada', como nos lembra Chauí (1982 ) - e leituras possíveis de um texto - visto que este é polissêmico, como nos lembram os lingüistas - de modo que a questão da leitura/escrita deve ser analisada do ponto de vista do receptor, de sua interação com o texto e de sua construção da realidade, considerando-se os processos simbólicos advindos das estruturas antropológicas do imaginário nas quais os produtores de textos se inserem. <p>Nosso interesse, em trabalho de doutorado (Batista, 1997), centrou-se na pesquisa do imaginário dos sujeitos produtores de textos e na investigação da(s) relação(ções) que pode(m) haver entre as estruturas do imaginário e a produção, leitura e interpretação de textos. Por isso, a idéia primeira que norteou nossa proposta de pesquisa foi a de verificar se, em outras produções que não o teste AT.9, havia persistência ou não das estruturas do imaginário e dos universos míticos detectados pelo teste. <br>Escolhemos verificar isso nas produções escritas de alunos, pelas seguintes razões:<p>1) a linguagem é o processo de representação mais coletivo, mais geral, uma vez que não existe comunidade humana sem linguagem; <p>2) a linguagem escrita, embora um sistema de representação segundo em relação à linguagem oral, é de domínio da maioria das pessoas em nossa sociedade letrada; <p>3) ao escolher as produções escritas dos alunos e não qualquer outro material impresso, o fizemos porque nos interessava verificar a persistência das estruturas do imaginário e seus simbolismos na linguagem escrita cotidiana de um grupo de alunos. Isso porque, como nosso interesse se volta para o processo educacional, conhecer o imaginário, e suas relações com as produções escritas mais corriqueiras, pode servir de instrumento para uma melhor condução do processo educativo no sentido de permitir que o aluno, por meio das práticas diárias de ensino e aprendizagem da leitura e escrita, alcance o pleno desenvolvimento de suas potencialidades nessa área. <p>As estruturas antropológicas do imaginário, tal qual as propõe Gilbert Durand em seu livro As estruturas antropológicas do imaginário: introdução à arquetipologia geral, apresentam-se como constantes que se manifestam em micro-universos míticos precisos e limitados, como o comprovou Yves Durand em L'exploration de l'imaginaire: introduction à la modélisation des univers mythiques. <p>No trajeto que vai dos gestos às representações, temos que os gestos se diferenciam em 'schèmes';(1) estes em arquétipos e símbolos, num processo dinâmico que tende a compor-se em narrativa. Esse fio narrativo, para G. Durand (1989), 'é já um esboço de racionalização dado que utiliza o fio do discurso, no qual os símbolos se resolvem em palavras e os arquétipos em idéias.' (p. 44). Os 'schèmes', arquétipos e símbolos encontram, pois, expressão cultural em sistemas semióticos - sistemas de representação - dos quais, talvez, o mais abrangente e de domínio de todos seja o sistema lingüístico. <p>Tendo-se em conta, ainda, a noção de trajeto antropológico, ou seja, 'a incessante troca que existe ao nível do imaginário entre as pulsões subjectivas e assimiladoras e as intimações objectivas que emanam do meio cósmico e social' (G. Durand, 1989: 29), e que 'no fim de contas, o imaginário não é mais que esse trajecto no qual a representação do objecto se deixa assimilar e modelar pelos imperativos pulsionais do sujeito, e no qual, reciprocamente, ... as representações subjectivas se explicam 'pelas acomodações anteriores do sujeito' ao meio objectivo' (Idem: 30), podemos levantar as seguintes hipóteses e indagações, tendo já como dado e pano de fundo o micro-universo mítico (encontrado quando da realização da análise estrutural do teste AT.9) do sujeito produtor das redações, uma vez que a heurística de base que orienta o trabalho é o teste AT.9, formulação experimental das estruturas antropológicas do imaginário de G. Durand, proposto por Yves Durand: <p>1) Há constante(s) temática(s) nas redações produzidas. Quais são? O encaminhamento e resolução dessa(s) temática(s) aproxima(m)-se ou afasta(m)-se da resolução dada ao problema do enfrentamento da angústia existencial, detectada no teste AT.9? <p>2) As estimulações dadas, por meio das consignas, para a produção das redações, receberam que tipo de resposta? Há relação entre a estimulação recebida e as respostas? Qual a natureza dessas respostas? <p>3) Os textos produzidos pelos alunos têm caráter simbólico ou são meramente signos arbitrários? <p>4) A partir da teoria do Imaginário e tendo como mediação a produção, leitura e interpretação de textos, quais as perspectivas educacionais que a compreensão e aplicação desse referencial teórico possibilitariam? Assim, desenvolvemos nosso estudo fundamentados na arquetipologia geral das estruturas antropológicas do imaginário, tendo o teste AT.9 como heurística de base, e a análise de redações produzidas por alunos do Curso de Letras, de uma Universidade particular da cidade de São Paulo, como material de pesquisa. <p>Isso posto, organizamos o trabalho em quatro partes. Na primeira, descrevemos a metodologia empregada e apresentamos rápida síntese dos aspectos teóricos que fundamentaram nossa análise. Na segunda, descrevemos o teste AT.9 e realizamos a interpretação dos testes aplicados. Na terceira, fundamentamos os pressupostos teóricos que orientaram a análise das redações, bem como apresentamos as redações produzidas e sua análise. Na quarta, tentamos sintetizar as respostas encontradas para as hipóteses e indagações levantadas inicialmente."
formatoNaoFiccaoOutras1[2] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccaoOutras1[2] = " - ISBN 85-88840-06-5"

codigoNaoFiccaoOutras1[3] = "003"
paginasNaoFiccaoOutras1[3] = "96 páginas"
livroNaoFiccaoOutras1[3] = "Do Giz à Era Digital"
autorNaoFiccaoOutras1[3] = "Maria Lúcia Santos"
deNaoFiccaoOutras1[3] = "De"
preco1NaoFiccaoOutras1[3] = " R$ 18,50<br>"
porNaoFiccaoOutras1[3] = "por"
preco2NaoFiccaoOutras1[3] = " R$ 15,00"
destaqueNaoFiccaoOutras1[3] = "em breve"
olhoNaoFiccaoOutras1[3] = "Estudo que se destina a professores e educadores preocupados em se atualizar com as novas tecnologias, principalmente o computador. As tecnologias educacionais vêm se impondo rapidamente, mudando a prática docente e a dinâmica das aulas, o que torna necessário o aperfeiçoamento da formação dos educadores. Este livro é uma importante contribuição para isso."
sinopseNaoFiccaoOutras1[3] = "em breve"
trechoNaoFiccaoOutras1[3] = "<b>Acompanhe um trecho da Introdução:</b><p>(...)<p>Estamos num momento especial na história da Educação, num ínterim entre o giz e o computador. Essa transição gera expectativas, impõe novas posturas para se organizar e gerenciar uma escola, uma sala de aula, pessoas. É importante re-situar as funções do professor, de seu trabalho no tempo, aproveitando suas experiências, frutos de uma história, e que indicam a necessidade de se adotar novas posturas para que as mudanças emergentes do mundo sejam acompanhadas. A adoção de novas posturas pertence a todos que estão comprometidos com a ação educativa.<p>É preciso considerar que, no decorrer do século XX, a formação do professor esteve inserida em um sistema educacional, aliada à estrutura social, centrada em Normas, Dimensão Técnica, Dimensão Humana e no Contexto sócio-econômico e político, em vez de ser um elemento mobilizador isolado da sociedade e de sua transformação. Se numa perspectiva histórica, a Educação está articulada nas mediações da existência humana, visando atividades em que os educandos possam ser preparados para o mundo do trabalho, para a vida social e para a participação social, o processo de formação de professores precisa alicerçar-se em outras bases.<p>Em resumo, este livro visa repensar o desenvolvimento profissional, a necessidade de se valorizar o professor e as condições de trabalho nas escolas públicas da rede estadual de ensino, para que ele possa interagir no processo - que chamamos de 'salto' - e desenvolver uma postura pedagógica adequada às rápidas transformações do mundo digital."
formatoNaoFiccaoOutras1[3] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccaoOutras1[3] = " - ISBN 85-88840-13-8"

codigoNaoFiccaoOutras1[4] = "004"
paginasNaoFiccaoOutras1[4] = "150 páginas"
livroNaoFiccaoOutras1[4] = "Comunicação e Imaginário na Cultura Infanto-Juvenil"
autorNaoFiccaoOutras1[4] = "Paulo A. C. Vasconcelos (org.)"
deNaoFiccaoOutras1[4] = ""
preco1NaoFiccaoOutras1[4] = " R$ 18,00<br>"
porNaoFiccaoOutras1[4] = ""
preco2NaoFiccaoOutras1[4] = ""
destaqueNaoFiccaoOutras1[4] = "em breve"
olhoNaoFiccaoOutras1[4] = "Reúne sete ensaios abordando psicologia, simbolismo, imaginação, produções musicais e videográficas, além de outras incisões multiculturais no universo do adolescente e da criança. Obra de referência para a pedagogia, este título da coleção Símilis inicia uma importante contribuição para uma área tão rica de temas quanto carente de publicações que é a cultura Infanto-Juvenil."
sinopseNaoFiccaoOutras1[4] = "em breve"
trechoNaoFiccaoOutras1[4] = "<b>Leia um trecho da Apresentação:</b><p>A seleção dos textos que se seguem é fruto de encontros de pesquisadores e abordam temas como Infância, Brinquedo, Psicanálise, Cultura, Música, Artes Plásticas e Imaginário, sempre a partir de uma perspectiva Infanto-Juvenil.<p>O texto inicial aborda a relação entre Infância e Brinquedo - Mediações Culturais e A Reificação da Infância -, no qual procuro discutir o sentido da Infância no corpo das Mediações Culturais e como as estratégias midiáticas interferem, valendo-se das categorias do Imaginário e do Simbólico.<p>Em A Re-Invenção Romântica na Cultura Infanto-Juvenil e A Rebelião Estética, Alexandre D. Paza evoca o estabelecimento de relações entre os planos éticos e estéticos,seja nas mídias ou no cotidiano, apontando para uma re-invenção romântica na produção cultural Jovem. Elegendo os confrontos entre jovens e Polícia, descreve a Rebelião Estética presente no escopo cultural contemporâneo, que permeia o Imaginário Infanto-Juvenil e que busca, em seu romantismo, marcar sua Identidade e criar vínculos com uma ação política. <p>A seguir, Cultura Infanto-Juvenil e Textualidade Videográfica: Uma Reflexão Sobre A Produção do Grupo 'Chico Science e Nação Zumbi', texto de Eunice Santos Lima, aborda as novas formas de comunicação, suas linguagens e a necessidade de se entendê-las na construção da identidade cultural. Tomando a produção do grupo pernambucano, demonstra haver uma textualidade legível em videoclipes e aponta para a necessidade de eleição de outras variáveis de leitura que já não mais correspondem à linearidade cartesiana.<p>O artigo de Elisa M. C. Barros, Livros de Arte Para Crianças: Uma Análise Crítica, texto que se apresenta como uma contribuição no campo das Artes Plásticas e da Educação, examina livros de Arte para crianças publicados nos últimos 30 anos na Bélgica, França, Inglaterra, Estados Unidos e no Brasil. A autora busca entender as razões do crescimento do volume de publicações desse tipo de literatura e de que modo essas obras podem contribuir para o desenvolvimento da sensibilidade estética das crianças na Educação, assim como seus conhecimentos sobre arte. Residindo na Europa - Louvain la Neuve, Bélgica -, trabalha com crianças em diversas escolas e em vários projetos ligados às Artes Plásticas. Elisa soma-se ao nosso grupo.<p>Silvia Ferreira Lima, com o texto O Imaginário Infantil: Da Literatura à Internet, numa leitura dos contos populares enquanto tradição cultural, evidencia elementos formadores do Imaginário Infantil, cuja representação simbólica pode servir tanto de instrumento de educação dos indivíduos para uma convivência social, como estruturar emocionalmente a criança. Escrito à luz da Psicanálise de base freudiana e lacaniana, questões como: o que é Sujeito?, o que é Imaginário?, como ele se constrói?, são respondidas com o objetivo de fazer surgir uma maior compreensão sobre a Infância em seus variados aspectos.<p>Com o artigo Educação e Psicanálise: Diálogo Possível?, Anamaria Vasconcelos, apresentando algumas considerações sobre a escola e a produção do saber, bem como mostra algumas relações da Psicanálise com a Educação, apresentando críticas e argumentos de como a relação de um campo com outro se dá e como podem estar juntas num projeto que foque a criança.<p>Fechando o volume, Infância e Comunicação: Do Lúdico ao Consumo, texto também deste organizador, é uma iniciativa que visa compreender as mutações do brinquedo dentro do devir histórico, destacando suas implicações na sociedade de consumo, no contexto da globalização. No deslocar do público para o privado, a infância foi tragada pela ideologia burguesa que hoje tem sua representação no discurso midiático.<p>É denominador comum de todos os textos não esgotar os temas abordados; entretanto, se não nos é possível aqui enfocá-los numa abordagem múltipla e densa, principalmente em um único livro, a presente publicação referenda minimamente um índice a partir do qual se possa começar a entender um tema tão múltiplo quanto instigante que é a Cultura Infanto-Juvenil."
formatoNaoFiccaoOutras1[4] = " - 14x21cm"
isbnNaoFiccaoOutras1[4] = " - ISBN 85-88840-01-4"
