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codigoPoesia[0] = "000"
paginasPoesia[0] = "150 páginas"
livroPoesia[0] = "Coisas"
autorPoesia[0] = "Louis L. Kodo"
dePoesia[0] = ""
preco1Poesia[0] = " esgotado<br>"
porPoesia[0] = ""
preco2Poesia[0] = ""
destaquePoesia[0] = "em breve"
olhoPoesia[0] = "Com uma arrojada concep&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica e forte influ&ecirc;ncia da gera&ccedil;&atilde;o beat, essa cole&ccedil;&atilde;o de poemas ergue-se ao v&ocirc;o do pensamento: filos&oacute;fico na profundidade com que busca o homem e s&aacute;bio ao dar voz ao senso comum, transformando-o na justa express&atilde;o do blefe, atitude de quem sabe que o mundo passa por caminhos subterr&acirc;neos ao discurso oficial."
sinopsePoesia[0] = "em breve"
trechoPoesia[0] = "em breve"
formatoPoesia[0] = " - 14x21cm"
isbnPoesia[0] = " - ISBN 85-88840-03-0"

codigoPoesia[1] = "001"
paginasPoesia[1] = "84 páginas"
livroPoesia[1] = "Tempo Dissoluto"
autorPoesia[1] = "Zaqueu Machado"
dePoesia[1] = "De"
preco1Poesia[1] = " R$ 15,00<br>"
porPoesia[1] = "por"
preco2Poesia[1] = " R$ 10,00"
destaquePoesia[1] = "embreve"
olhoPoesia[1] = "Este livro de poemas traz “notícias do simples estar-no-mundo” – como o quis Drummond. Notícias dispostas num tempo que é “porção de algo”, que é dissoluto, embora harmonioso, porque casa voz e silêncio na leve história do homem. Tempo Dissoluto vem revitalizar o nosso tempo e a própria poesia."
sinopsePoesia[1] = "Tempo Dissoluto, de Zaqueu Machado, traz 'notícias do simples estar-no-mundo' - como o quis Drummond. Notícias dispostas num tempo que é 'porção de algo', que é dissoluto, embora harmonioso, porque casa voz e silêncio na leve história humana. Poemas de recordações, em que o tempo alimenta o homem, e este, o próprio homem, na busca de um sentido, de uma história, de uma saída. É essa saída visceral que se encontra em Tempo Dissoluto: 'A alma ponho / na querença de um poema. / O corpo transige / em seus limites e espera / a chuva que se faz / orquestra de telhas / e argila e dissolução'."
trechoPoesia[1] = "em breve"
formatoPoesia[1] = " - 13x18cm"
isbnPoesia[1] = " - ISBN 85-88840-19-7"

codigoPoesia[2] = "002"
paginasPoesia[2] = "92 páginas"
livroPoesia[2] = "Sombras Sem Nome"
autorPoesia[2] = "Lourenço Dreyer"
dePoesia[2] = "De"
preco1Poesia[2] = " R$ 19,00<br>"
porPoesia[2] = "por"
preco2Poesia[2] = " R$ 15,00"
destaquePoesia[2] = "em breve"
olhoPoesia[2] = "Trata-se de uma bela obra para quem estuda e aprecia poesia contemporânea e procura o encontro possível do homem com a palavra, da arte com o mundo. Os poemas de Lourenço Dreyer, cujos versos viajam na eletricidade de um corpo em busca de seu mito, projetam-se na paisagem da cidade, entre viadutos e sacadas, bares e bueiros, horizontes e mirantes. São essas sombras sem nome que a luz poética desse livro reflete."
sinopsePoesia[2] = "Sombras Sem Nome, de Lourenço Dreyer, surge no nosso cotidiano para mostrar a força da poesia de Porto Alegre.<p>Trata-se de uma bela obra para quem estuda e aprecia poesia comtemporânea e procura o encontro possível do homem com a palavra, da arte com o mundo. A poesia de Lourenço Dreyer, ora lança luz na cunstituição do eu poético, clareando a percepção do rito da vida e a sensação de estar no mundo, ora o submerge nos subterrâneos do silêncio e do vazio.<p>São essas sombras sem nome que a luz poética desse livro reflete, poemas que se projetam na paisagem da cidade, entre viadutos e sacadas, bares e bueiros, horizontes e mirantes.<p>Independentemente do restrito público que a poesia se destina, é pela qualidade literária que a Editora Zouk se iniciou com este gênero, em 2000, e é por ela que aposta em suas publicações e seus autores."
trechoPoesia[2] = "<strong>Pista de Dan&ccedil;a </strong><br><p>Se essa rua se essa rua fosse minha!<br>E no entanto ela me abate<br>abate como algo<br>algo exterior que n&atilde;o me quer<br>n&atilde;o me quer em seu meio... </p><p>Teimava ordenar meus pr&oacute;prios v&aacute;cuos<br>quando o jogo, mimese<br>alucinat&oacute;ria, agarrou-me em ritmos<br>e fui dan&ccedil;ando, falando e cantando<br>com toda a gente e dan&ccedil;ando<br>espelho-sexo-gritos-palmas-pulos<br>derramados na pista, reabsorvidos nos olhos. </p><p>Seguir at&eacute; (vodca) o bar<br>bem em frente &agrave;quela boca que quero com os dentes<br>e dan&ccedil;ando <em>ol&aacute; </em> repetidas vezes, diversas pessoas,<br>e aqui um vento bem como encontro o tempo e entro<br>no meio do mundo que l&uacute;dico envolve o seu caos,<br>e a dan&ccedil;a mental, sexualizada,<br>multimaterializa-se, tr&aacute;gica e el&eacute;trica.</p>"
formatoPoesia[2] = " - 13x18cm"
isbnPoesia[2] = " - ISBN 85-88840-25-1"

codigoPoesia[3] = "003"
paginasPoesia[3] = "82 páginas"
livroPoesia[3] = "Encenações"
autorPoesia[3] = "Thiago Sogayar Bechara"
dePoesia[3] = "De"
preco1Poesia[3] = " R$ 19,00<br>"
porPoesia[3] = "por"
preco2Poesia[3] = " R$ 16,00"
destaquePoesia[3] = "em breve"
olhoPoesia[3] = "Livro de poemas escrito em cenas, como numa peça teatral, em que o lirismo resgata formulações românticas e as representa no cenário da vida sonhada, em que o jovem poeta se traduz. Como escreve Heródoto Barbeiro, na apresentação do livro, 'no meio do burburinho da civilização materialista, a poesia de Thiago Bechara é um oásis, um descanso dessa falsa corrida em direção a uma falsa felicidade'."
sinopsePoesia[3] = "A Editora Zouk apresenta Encenações, de Thiago Sogayar Bechara, obra de poesia escrita em cenas, como numa peça teatral, em que o lirismo resgata formulações românticas. Segue um trecho da apresentação de Heródoto Barbeiro:<p>'A mente pode se expandir e tornar-se tão grande quanto o universo. Porém, atinge esse estágio se está envolvida em poesia, em sutilezas, em imagens que só a visão de um poeta tem. Thiago é esse poeta. Ele atravessa paisagens e sentimentos com maestria e amadurecimento, como se conhecesse tudo o que fala de vidas passadas. No entanto, ele é um jovem contemporâneo, que vive em uma sociedade cada vez mais competitiva. No meio desse burburinho da civilização materialista, a poesia de Thiago Bechara é um oásis, um descanso dessa falsa corrida em direção a uma falsa felicidade. Cada instante dessa vida é outra, escreve Thiago. Este é o ponto. A vida é um fluxo contínuo formado de instantes, como os capturados pelo poeta,  e entre um e outro há um espaço, o mesmo espaço que existe entre os pontos que compõem uma reta. Nesse intervalo há tempo suficiente para se deliciar com a poesia de Thiago Bechara...'"
trechoPoesia[3] = "em breve"
formatoPoesia[3] = " - 13x18cm"
isbnPoesia[3] = " - ISBN 85-88840-23-5"

codigoPoesia[4] = "004"
paginasPoesia[4] = "52 páginas"
livroPoesia[4] = "Alucinação"
autorPoesia[4] = "Rogério de Almeida"
dePoesia[4] = "De"
preco1Poesia[4] = " R$ 22,00"
porPoesia[4] = "por"
preco2Poesia[4] = " R$ 18,00"
destaquePoesia[4] = "em breve"
olhoPoesia[4] = "Segundo livro do poeta, ficcionista e ensaista, esse livro-objeto simula uma obra abandonada, reunida ainda amassada num pote roubado de um manicômio. Resgatando o experimentalismo de S. Mallarmé, para quem um lance de dados jamais abolirá o acaso, cada página desta obra é uma jogada, um lance, uma viagem da lógica ensandecida da razão pelo reino alucinado da linguagem poética."
sinopsePoesia[4] = "Alucinação, de Rogério de Almeida, virou a poesia contemporânea de cabeça para baixo. A obra apresenta um suporte inovador: um pote repleto de papéis amassados. Nele, poemas igualmente inovadores: uma viagem alucinada pelo reino da loucura e da razão. Diferente dos experimentalismos de vanguarda, este livro inscreve-se na multiplicidade pós-moderna e funde conteúdo e forma, suporte e texto.<p>A obra está em sua terceira edição sem nenhuma divulgação e com o boicote de algumas livrarias, desconcertadas com o formato do livro. Contra as leis do mercado, que reserva uma venda irrisória para os títulos de poesia, Alucinação já vendeu mais de 2000 exemplares em menos de um ano e meio.<p>Obra de difícil rotulação, a aleatoriedade da leitura, a interação do leitor, a desconstrução e reconstrução dos poemas fazem de Alucinação um dos trabalhos mais bem formulados da produção literária contemporânea."
trechoPoesia[4] = "<b>Leia uma página desamassada para o leitor-navegante</b>:<p>o olho é uma arma<p>letal<p>seu olhar é mau-olhado<br>pisca concentrado<br>devora<br>olha olha olha<br>tudo vê<br>tudo come<br>mastiga cospe<br>enxuga desfruta<br>esquece<p>fecha aparece<br>mas só se engana quando dorme<p>pupila pepita de luz<br>encolhe<br>dilata<br>engole<p>os olhos são as frestas da alma<p>esfrega que arde<br>ávido de ver<br>belo<p>então enxerga luzes cristais oceanos átomos enganos sombras e vendavais<br>enxerga e não deixa escapar pisca e torna a olhar<br>gira inverte pula e tonteia vaga vagueia espalha espreita<br>mas quando se fecha<br>deixa-se sonhar<p>e no sonho preso eu fico<br>enxergando sem olhar"
formatoPoesia[4] = " - 15x14cm"
isbnPoesia[4] = " - ISBN 85-88840-15-4"

codigoPoesia[5] = "005"
paginasPoesia[5] = "96 páginas"
livroPoesia[5] = "A-Sós"
autorPoesia[5] = "Misael Luiz Inácio"
dePoesia[5] = "De"
preco1Poesia[5] = " R$ 20,00<br>"
porPoesia[5] = "por"
preco2Poesia[5] = " R$ 15,00"
destaquePoesia[5] = "em breve"
olhoPoesia[5] = "Desejo: Que se leia A-Sós. Inteiramente A-Sós. No cotidiano o contraditorial, o trágico, o dramático, o orgiástico, as músicas, imagens, literaturas, filosofias, tudo foi e é alimento. Para além de qualquer dualidade, faz-se inesgotável iluminando com simbolismos os poemas, os sonetos e as máximas poéticas que aqui se apresentam."
sinopsePoesia[5] = "em breve"
trechoPoesia[5] = "<p align='center'>Um dia “como” o nada</p><p>I</p><p>Ontem, quando seguia sem dono, Me vi Universo. O &ldquo;v&aacute; com Deus&rdquo; deixei de lado<br>&Eacute;ramos quem n&atilde;o sabiam se ater na &oacute;rbita, circulante.<br>Um, Eu, enxerguei a Beleza de cabelos l&iacute;rios, sem que A pudesse conter<br>Ele, Uno, tragicaMente girava no pr&oacute;prio sustent&aacute;culo seu...<br>Sozinhos &amp; ausentes est&aacute;vamos como se nada tiv&eacute;ssemos a dizer<br>A Vida, &ocirc;mega-companheira do &ldquo;Eterno Retorno&rdquo;, Eu A (re)criava e Me fazia Alfa...<br>E &iacute;amos... at&eacute; chegar no que deram. Paramos para nos esquecer<br>Enquanto nos esquecia, pensamentos postos de lado lembravam n&oacute;s...<br>N&atilde;o a dor a nos aquecer: a cura a nos p&ocirc;r febre</p><p>II</p><p>Rastejei-Me dentro do que cavei para, embaixo, passar uma &ldquo;Temporada no Inferno&rdquo;<br>De l&aacute; cuspi em fogos os anjos e, em cada labareda, respirei o fumo que subia<br>Se todas as coisas tinham cheiro(s), era para que as pudessem sentir!<br>Por que, no mundo pante&iacute;sta de Dem&ocirc;nios, se cheiram umas e outras n&atilde;o?<br>Ah, deixem os crentes a par disso!</p><p>III</p><p>&Agrave; noite, nas caminhadas, gente(s) humildes abaixavam os Olhos ao Me ver passar<br>Andava com o pesar de um malmequer<br>Meus C&iacute;lios n&atilde;o piscavam para n&atilde;o ver a tristeza lacrimejar na &Iacute;ris.<br>Sem se esquecer do c&eacute;u-Azul, que se diz l&aacute; em cima, segui para onde Deus esquecera de pisar.<br>Fui bem para longe do lugar em que nasci.<br>O corpo (todo em Mim) rolava nos detritos humanos que, meu fim, queriam nas descargas com os escaravelhos<br>Os imorais, seus, pensavam com o direito de Me dar &ldquo;li&ccedil;&atilde;o de moral&rdquo;.</p>"
formatoPoesia[5] = " - 13x18cm"
isbnPoesia[5] = " - ISBN 85-88840-42-1"